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sábado, 3 de julho de 2010

Avatar ganha Oscars e mentes para o esoterismo






“Pois eles mudaram a verdade de Deus em mentira, adorando e servindo a criatura em lugar do Criador, o qual é bendito eternamente. Amém!” (O apóstolo Paulo – Romanos 1.25).

O filme "Avatar" (Estados Unidos, 2009) quase confirmou sua fama de arrasa-quarteirão. Após abocanhar o troféu de melhor filme temático e melhor direção no Globo de Ouro, não conseguiu levar o Oscar de melhor filme e nem de melhor direção para James Cameron. "Guerra ao Terror" foi o grande vencedor. Porém, como consolo, "Avatar" ganhou três estatuetas, todas de categorias técnicas.“Avatar” destaca-se do ponto de vista tecnológico e esotérico.

O enredo
Um bom roteirista pode criar um filme para passar a mensagem que desejar, de forma explícita ou sutil. Qualquer narrativa pode enaltecer o bem ou o mal, fazer-nos beber água limpa ou podre e nos emocionar ao ponto de rirmos ou chorarmos.

“Avatar” é uma ficção científica inundada com água dos esgotos espirituais.

Em um planeta chamado Pandora, a anos-luz da Terra, existe uma substância chamada unobtainium que é de grande valor para os humanos que viajaram até lá para conquistá-la. No entanto, os nativos de Pandora, chamados de Na’vis,* são um obstáculo nessa conquista, pois um grupo deles está assentado em uma área exatamente sobre a maior reserva de unobtainium do planeta.

O malvado coronel Miles Quaritch (interpretado por Stephen Lang) deseja usar a força e eliminar logo os Na’vis. Já a boa cientista, doutora Grace Augustine (interpretada por Sigourney Weaver), acredita na diplomacia e que os humanos e Na’vis venham a ser amigos.

Os humanos criam, então, avatares Na’vis que se infiltram entre os nativos com o objetivo de convencê-los a saírem daquele local. Esses avatares são basicamente humanos em corpos de Na’vis.

O principal avatar é Jake Sully (interpretado por Sam Worthington), que tem sucesso em se infiltrar, mas acaba sendo seduzido pela maneira de viver dos Na’vis, apaixona-se por uma Na’vi, vira a casaca e passa a lutar com os nativos contra os abomináveis humanos. Isso me fez lembrar um pouco da trama do “O Último Samurai”.



Os Na’vis amam a natureza, adoram a deusa Eywa (que é uma força espiritual que mantém o equilíbrio da natureza) e são conectados a ela através de uma espécie de sonda que sai da parte posterior de suas cabeças, como se fossem longas tranças dos seus cabelos.

A inevitável batalha final é ganha pelos Na’vis e, graças à deusa Eywa, Jake Sully tem um novo nascimento e passa a ser não mais um avatar-na’vi, mas um Na’vi de verdade.

A narrativa do filme foi de certa forma pobre em conteúdo para quase três horas de duração. O que salta aos olhos é o espetáculo de tecnologia e esoterismo.

A tecnologia de Avatar
O diretor James Cameron superou todas as expectativas, ao esperar mais de dez anos para produzir “Avatar”. Pois, quando idealizou essa película, ainda não existia tecnologia suficiente para produzi-la.

Cerca de 70% do filme foi gerado em computador, mas não parece. Criado especificamente para ser assistido em 3D, “Avatar” vem à tona com cores vivas e as imagens do planeta Pandora parecem ser bastante reais. Muitas das cenas onde os humanos interagem com as criaturas de Pandora foram gravadas em frente a uma tela verde, mas com tamanha precisão que confesso, com algumas exceções, não consegui distinguir visualmente o real do irreal.

A propósito, realidade neste filme é outra coisa. Se o leitor está procurando o mundo real, é melhor ler a Bíblia.

A doutrinação do filme Avatar
Se a película “Avatar” foi pobre em diálogos, o mesmo não pode ser dito sobre sua visão de mundo esotérica.

Neste artigo quero salientar apenas dois aspectos. Uma análise mais abrangente será feita no livro “Ah! Deliciosos Filmes Anticristãos – Volume 4”.

1) A popularização da palavra “avatar”
Para qualquer cristão que estuda esoterismo, sempre que se depara com a palavra “avatar”, uma luz vermelha se acende na mente.

A Bíblia nada fala sobre “avatar”, porém citações sobre avatares (ou avataras) aparecem na Bhagavad-Gita, que é o mais popular livro do hinduísmo. A Bhagavad-Gita esclarece: “Há várias espécies de avataras [...] mas o Senhor Krishna é o Senhor primordial, a fonte de todos os avataras”.

Originalmente, a palavra “avatar” vem do indiano antigo, chamado sânscrito, e no hinduísmo significa “o Deus que desceu do Céu para a Terra”: seria a “aparição” ou “manifestação” ou “encarnação” de um deus na Terra. Por exemplo, o deus hinduísta Vishnu diz ter inúmeros avatares.


A propósito, a cor azul clara dos Na’vis me lembrou de Krishna.

Um outro significado para a palavra “avatar” tornou-se popular com o advento de jogos na internet. Cada participante cria o seu próprio “avatar”, dotando-o das características que achar necessário. São corpos virtuais criados pelos jogadores. Além disso, a companhia Nintendo tem uma linha de videogames intitulada “Avatar”. O “Avatar” do diretor James Cameron cai nesta definição de uma criatura produzida para ser manuseada com fins específicos, como nos jogos dos internautas.

Os avatares de Cameron são entidades biológicas idênticas aos Na’vis, mas com algum DNA humano.

2) A popularização do monismo e do panteísmo
Numa cena de “Avatar” ficamos sabendo que o planeta Terra já foi tão verde quanto o planeta Pandora, mas que os humanos tinham devastado tudo.

A mensagem do filme resume-se à luta do povo bom e espiritual da floresta (os Na’vis) contra os terríveis e abomináveis humanos. A palavra Na’vi lembra foneticamente a palavra inglesa “naive” que quer dizer “ingênuo”. “Avatar” é a luta dos supostamente ingênuos contra os humanos perversos.


Ao término, ficamos satisfeitos com a morte do Coronel Quaritch e com a destruição do seu exército. Os humanos que sobreviveram foram enviados de volta ao já moribundo planeta Terra para lá morrerem. Torcemos contra os humanos. Que maravilha!

O tema do filme é claro: “Louve a natureza e seja um com ela!”. Este longa-metragem nos ensinou que os humanos já destruíram a natureza do planeta Terra e estão destruindo o meio-ambiente de outros planetas, perdendo a oportunidade de conhecerem a visão espiritual de serem um com todas as criaturas.

Aprendemos também neste filme que todas as coisas criadas têm um espírito e que todas as coisas vivas estão interconectadas entre si e com a “mãe deusa Eywa”. Isso me trouxe à memória o desenho animado “Pocahontas”.

Uma das fortes cenas onde essa mensagem é transmitida ocorre quando todos os Na’vis estão sentados no chão, conectados a ele com suas tranças-sondas, balançam, como uma dança, recitando um cântico que mais parece um mantra à deusa Eywa.

Imagine só? A cientista Grace Augustine chegou a descobrir que todas as árvores da floresta de Pandora têm conexões eletro-químicas entre elas e que juntas formam uma grande rede elétrica igual às sinapses do nosso cérebro. É uma pseudo-ciência tentando justificar de forma racional a doutrina esotérica do “monismo-panteístico”.

Monismo (do grego mono, “um”), é uma visão de mundo que assegura que toda a realidade, tanto a material quanto a espiritual, é concebida como um todo unificado. Em última análise, não existem distinções reais entre as coisas. Popularmente falando: “Tudo é um, um é tudo”.

Panteísmo (do grego pan, “tudo”, e theos, “deus”) é uma visão de mundo que identifica todas as coisas com Deus e Deus com todas as coisas. Todas as coisas são partes de Deus e, portanto, divinas. Não existe uma pessoa ou qualquer coisa que esteja separada ou distinta de Deus. Popularmente falando: “Deus é tudo, tudo é Deus”.

Quando unimos as definições de monismo e panteísmo, teremos a principal doutrina do Movimento da Nova Era (The New Age): o monismo-panteístico. Popularmente falando: “Tudo é Um, Um é Tudo, Tudo é Deus”.

O monismo-panteístico é o dogma principal do filme “Avatar”.

Então, a “salvação” dos Na’vis é um estado de consciência iluminado onde a pessoa descobre que é um com todas as coisas (monismo). Dando esse primeiro passo, a pessoa também descobre que ela é um com Deus e que pode participar desta vida divina sem a necessidade de um mediador entre Deus e ela. Pois, todas as coisas são divinas (panteísmo) e não há razão para aceitar a obra redentora de Jesus Cristo.

Já do ponto de vista cristão, existe uma total separação entre o Deus puro e Suas criaturas impuras. O pecado separou as pessoas de Deus e o acesso do indivíduo a essa reconciliação com o Deus Pai só acontece quando ele é lavado pelo sangue redentor de Jesus Cristo (o nosso Mediador).

“O homem igual a Deus” é a velha mentira do Jardim do Éden: “sereis iguais a Deus”, com a qual a Serpente seduziu Eva. Costumo dizer que o fruto que Eva comeu foi a maior cachaça que a humanidade já tomou. No Éden, o ser humano caiu neste conto e passou a viver espiritualmente tonto, desnorteado, tateando no escuro, até os dias de hoje. “Avatar” nos oferece esse mesmo pileque.

Conclusão – um “blockbuster” esotérico
“Avatar” é um incrível blockbuster para superar todos os outros blockbusters. Vem batendo todos os recordes de arrecadação financeira e caminha a passos largos para ser o filme mais assistido de todos os tempos.

“Avatar” nos trouxe a má e caduca notícia da “divindade interior” e vem iludindo milhões de pessoas que lotam os cinemas por este mundo afora.

Sim, com certeza temos tratado muito mal o meio-ambiente e estamos pagando caro por isso. Mas, existe uma boa notícia que os humanos não contaram aos Na’vis, e esta é que tudo isso é conseqüência do nosso pecado e que Deus já pagou a nossa dívida na cruz ao enviar o Seu Filho Jesus Cristo para morrer por nós. Tudo que temos de fazer é reconhecer nossa podridão e deixar-nos lavar pelo sangue do Cordeiro de Deus.

“O homem sendo um com Deus”, que enganação! “Que perversidade a vossa! Como o oleiro fosse igual ao barro, e a obra dissesse do seu artífice: Ele não me fez; e a coisa feita dissesse do seu oleiro: Ele nada sabe” (Isaías 29.16).

Quem somos nós para questionarmos a Deus? “Quem és tu, ó homem, para discutires com Deus?! Porventura, pode o objeto perguntar a quem o fez: Por que me fizeste assim?” (Romanos 9.20).

A frase mais repetida na noite da entrega do Oscar foi “... and the winner is...” (“... e o vencedor é...”). Gostaria de repeti-la mais uma vez nesta minha fictícia entrega do “Oscar de melhor filme esotérico de 2009”: “E o vencedor é AVATAR!”. (Dr. Samuel Fernandes Magalhães Costa -
* No filme, a palavra Na’vi é usada tanto para o singular quanto para o plural. Para efeitos didáticos usarei Na’vi para o singular e Na’vis para o plural.

Avatar e a Vindoura Religião Mundial




O filme Avatar*, de James Cameron, é um fascinante e arrebatador sucesso nos cinemas. Seus efeitos especiais são tão tremendos que transportam a audiência vividamente para um outro mundo, no qual adorar uma árvore e ter comunhão com espíritos não são apenas aceitáveis, mas atraentes. Avatar é também marcadamente panteísta e essencialmente o evangelho segundo James Cameron. Esse tema panteísta, que iguala Deus às forças e leis do Universo, é apresentado claramente pelos heróis e heroínas do filme: todos adoram Eywa, a deusa “Mãe de Tudo”, que é descrita como “uma rede de energia” que “flui através de todas as coisas viventes”.

Sobretudo, o filme é repleto de mágica ritualística, comunhão com espíritos, xamanismo, e descarada idolatria, de forma que condiciona os espectadores a acreditarem nessas mentiras do ocultismo pagão. Além disso, a platéia é levada a simpatizar com o Avatar e termina torcendo por ele quando é iniciado nos rituais pagãos. No final, até mesmo a cientista-chefe torna-se pagã, proclamando que está “com Eywa, ela é real” e que ficará com Eywa após sua morte.

Enquanto a representação fictícia de James Cameron a respeito da religião da natureza presta-se muito bem à mentira da Nova Era de que as religiões dos nativos americanos [indígenas] eram favoráveis à vida e inofensivas, a representação dos sacerdotes maias em Apocalypto (de Mel Gibson), devedores de divindades sedentas por sangue, que exigiam o sangue de suas vítimas sacrificiais, estava muito mais perto da verdade. A maneira adocicada e romântica com que James Cameron mostra os selvagens e os antigos cultos à natureza em Avatar é oposta aos fatos encontrados em antigos códices e achados arqueológicos: estes revelam que os astecas, os maias e os incas estavam todos envolvidos em sacrifícios humanos em massa, inclusive tomando a vida de criancinhas inocentes para apaziguar seus deuses demoníacos.


O tema panteísta, que iguala Deus às forças e leis do Universo, é apresentado claramente pelos heróis e heroínas De Avatar: todos adoram Eywa, a deusa “Mãe de Tudo”, que é descrita como “uma rede de energia” que “flui através de Todas as coisas viventes”.




Conhecendo o histórico das obras de James Cameron em atacar o cristianismo, e especialmente a ressurreição de Cristo no documentário absolutamente desacreditado The Lost Tomb of Jesus [exibido no Brasil como “O Sepulcro Esquecido de Jesus” e lançado em DVD como “O Sepulcro Secreto de Jesus”], não deveria nos surpreender que ele escrevesse e dirigisse uma propaganda de 300 milhões de dólares para promover o culto à natureza e aos espíritos.

Claramente, Hollywood tem tido uma influência persistente em arrancar os EUA [e o Ocidente] de suas raízes cristãs conservadoras e levá-los a crenças e práticas do ocultismo da Nova Era. O panteísmo atrai a turma de Hollywood porque ensina que todos somos Deus e que não precisamos nos preocupar em sermos obedientes ou em prestarmos conta diante de um Deus pessoal que criou o Universo. Entretanto, não são apenas os diretores [de cinema] que rejeitam a Cristo que estão buscando fazer com que o mundo abrace a adoração à Terra sob a máscara de sua imaginária Deusa-Mãe Terra; é também o próprio líder do movimento do aquecimento global, Al Gore.

Em seu livro Earth in the Balance, Gore sugere que voltemos à adoração da natureza e eleva várias seitas de adoradores da natureza e religiões dos nativos americanos ao status de modelo para nós:

Essa perspectiva religiosa pan** poderá mostrar-se especialmente importante no que se refere à nossa responsabilidade pela terra como civilização global. (...) As religiões dos nativos americanos, por exemplo, oferecem um rico conjunto de idéias sobre nosso relacionamento com a terra. (...) Todas as coisas estão interligadas como o sangue que nos une a todos.[1]

Buscando uma síntese da Nova Era que combine várias tradições do ocultismo, Gore cita e favorece o ensinamento hinduísta, dizendo: “A Terra é nossa mãe, e nós todos somos seus filhos”.[2] Incrivelmente, mais adiante Gore afirma que deveríamos buscar novas revelações a partir dessa adoração da deusa do passado e culpa o cristianismo pela quase total eliminação da mesma:

O sentido espiritual de nosso lugar na natureza... pode ser traçado de volta às origens da civilização humana. Um crescente número de antropólogos e de arqueomitólogos... argumenta que a ideologia da crença prevalecente na Europa pré-histórica e em grande parte do mundo estava baseada na adoração de uma única deusa da terra, que se supunha ser a fonte de toda a vida e irradiadora de harmonia em meio a todas as coisas viventes. (...) O último vestígio de culto organizado à deusa foi eliminado pelo cristianismo. (...) Parece óbvio que um melhor entendimento de uma herança religiosa que precede a nossa própria por tantos milhares de anos poderia nos oferecer novas revelações.[3]


Não são apenas os diretores [de cinema] que rejeitam a cristo que estão buscando fazer com que o mundo abrace a adoração à terra sob a máscara de sua imaginária deusa-mãe terra; É também o próprio líder do movimento do aquecimento global, Al Gore [ex-vice-presidente dos EUA].



Gore prossegue declarando que precisamos encontrar uma nova religião baseada na natureza e cita Teilhard de Chardin, o teólogo da Nova Era, em apoio à “nova fé” do futuro:

Esse ponto foi sustentado pelo teólogo católico Teilhard de Chardin, quando ele disse: “O destino da humanidade, assim como o da religião, depende do surgimento de uma nova fé no futuro”. Munidos de tal fé, poderemos achar possível ressantificar a terra.[4]

Com os diretores de vanguarda de Hollywood e as figuras políticas de Washington na liderança, os EUA [e o Ocidente] estão rapidamente voltando ao paganismo que envolveu o mundo em trevas espirituais durante milênios. Que Deus nos ajude a prestar mais atenção à admoestação do apóstolo Paulo, encontrada nas Sagradas Escrituras. Ele nos ensinou que a adoração à natureza nos tempos da Antigüidade era resultado do afastamento da adoração ao único e verdadeiro Deus que, para começar, foi quem criou a natureza:

“Porquanto, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes em seus discursos se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu. Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos. E mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, e de aves, e de quadrúpedes, e de répteis. Por isso também Deus os entregou às concupiscências de seus corações, à imundícia, para desonrarem seus corpos entre si; pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém” (Rm 1.21-25).
* Segundo o hinduísmo, avatar é uma manifestação corporal de um ser imortal. Deriva do sânscrito Avatara, que significa “descida”, normalmente denotando uma encarnação de Vishnu (tais como Krishna), que muitos hinduístas reverenciam como divindade. Por extensão, muitos não-hindus usam o termo para denotar as encarnações de divindades em outras religiões.

** Pan: palavra de origem grega que significa “tudo, todas as coisas”.

Notas:

1.Al Gore, Earth in the Balance – Ecology and the Human Spirit [A Terra em Equilíbrio – A Ecologia e o Espírito Humano], 1992, p. 258-259).
2.Ibid. p. 161.
3.Ibid. p. 260.
4.Ibid. p. 263.

Os Sete Trovões do Apocalipse



Os sete trovões do Apocalipse

É impossível alguém aceitar as leis da nova ordem mundial (O kitáb-i-aqdas) sem antes passar pelos sete vales de Baha’u’llah. São esses os responsáveis pela mudança de comportamento de toda a humanidade.

E clamou com grande voz, como quando ruge um leão; e, havendo clamado, os sete trovões emitiram as suas vozes. (Apocalipse 10 : 3)

Compete a comunidade Bahái entregar esses sete trovões com suas infinitas vozes para os líderes mundiais e seus assessores. Abaixo temos a foto do atual presidente (“lula”) recebendo o seu exemplar, após ter vencido as eleições do seu primeiro mandato:

Notícia:
Membros da Assembléia Espiritual Nacional do Brasil têm reunião com o Presidente do Brasil

A reunião foi caracterizada por extrema cordialidade e os seguintes documentos foram oferecidos a ele com breve comentários de parte de cada um dos representantes bahá'ís na reunião:



14/09/2008

- Os Sete Vales
- O documento sobre Bahá'u'lláh
- A Prosperidade da Humanidade
- A Promessa da Paz Mundial
- Momento Decisivo para Todas as Nações
- O documento preparado pela Assembléia Espiritual Nacional do Brasil para a eleições de 1995 com sugestões para os novos Presidente, Governadores e Parlamentares.



Baha’u’llah criou os sete vales, mas nem ele atribuiu um nome específico para cada um. Na introdução ele descreve os vales usando palavras indefinidas como: “alguns e outros”, pois nem mesmo o criador dos sete vales pode definir a amplitude desse poder:

“..as etapas que marcam a jornada do peregrino desde a morada de pó até a pátria celestial são consideradas sete. Alguns as têm denominado Sete Vales e, outros, Sete Cidades...”

Em Apocalipse 10:4, o Apóstolo João viu a introdução das vozes dos trovões, mas quando ele ia escrever o texto foi selado. O Apóstolo João jamais poderia escrever algo semelhante ao texto acima dizendo que esses sete trovões levam a humanidade para a pátria celestial.

E, quando os sete trovões acabaram de emitir as suas vozes, eu ia escrever; mas ouvi uma voz do céu, que me dizia: Sela o que os sete trovões emitiram, e não o escrevas. (Apocalipse 10 : 4)

Mas esse segredo somente será revelado quando o sétimo anjo do apocalipse tocar a sua trombeta...

Mas nos dias da voz do sétimo anjo, quando tocar a sua trombeta, se cumprirá o segredo de Deus, como anunciou aos profetas, seus servos. (Apocalipse 10 : 7)

...e quando o Senhor Jesus destruir a nova ordem mundial de Baha’u’llah e a terra para reconstruir o seu reino celestial eterno e também para julgar a humanidade:

E o sétimo anjo tocou a sua trombeta, e houve no céu grandes vozes, que diziam: Os reinos do mundo vieram a ser de nosso SENHOR e do seu Cristo, e ele reinará para todo o sempre. (Apocalipse 11 : 15)


As vozes dos sete trovões

Cada um dos trovões (ou vales) possuem infinitas vozes que servem de inspiração para a criação de infinitas estratégias. Por exemplo: O plano de seis etapas de mudança do comportamento é uma dessas estratégias. Não existe uma ordem especifica e nem mesmo um início, mas os objetivos principais dos sete vales são 4 :


1) VALE DA UNIDADE

Estabelecer uma comunidade com espírito de unidade global e cooperação com o governo mundial.

O que diz a palavra de DEUS:

Tanto mais que, por ser dado ao vinho é desleal; homem soberbo que não permanecerá; que alarga como o inferno a sua alma; e é como a morte que não se farta, e ajunta a si todas as nações, e congrega a si todos os povos. (Habacuque 2 : 5)

O que diz a palavra de Baha’u’llah:

“...Ele contempla todas as coisas com a vista da unicidade, e vê os brilhantes raios do sol divino...”

As metas do milênio tem como objetivo promover essa unidade em escala mundial.

2) VALE DO CONTENTAMENTO
Batizar as pessoas com o falso "espírito santo."

O que diz a palavra de Deus:
A besta que viste foi e já não é, e há de subir do abismo, e irá à perdição; e os que habitam na terra (cujos nomes não estão escritos no livro da vida, desde a fundação do mundo) se admirarão, vendo a besta que era e já não é, mas que virá. (Apocalipse 17 : 8)

O que diz a palavra de Baha’u’llah:

“Nesse Vale, ele sente as brisas do contentamento divino a soprar do plano do espírito.”

Os sopros desse vale são os sopros do falso "espírito santo."

3) VALE DA ADMIRAÇÃO

Comprovar os sinais da revelação através da ciência.

O que diz a palavra de DEUS:
E engana os que habitam na terra com sinais que lhe foi permitido que fizesse em presença da besta, dizendo aos que habitam na terra que fizessem uma imagem à besta que recebera a ferida da espada e vivia. (Apocalipse 13 : 14)

O que diz a palavra de Baha’u’llah:

“...deus ( a ênfase em minúscula é minha) , o Excelso, depositou nos homens esses sinais para que os filósofos não negassem os mistérios da vida do além, nem tivessem em pouco conta aquilo que lhes foi prometido...”

É para esse fim que o acelerador de partículas começa a procurar não a origem do big bang, mas a partícula do invisível (a partícula de bóson)

4) VALE DA POBREZA

Criar a economia divina de Baha’u’llah.

Após o recolhimento de seus sinais, Baha’u’llah pede que a humanidade guarde uma lembrança desse dia. É essa lembrança ( a estrela de nove pontas) que será colocada na mão ou na testas das pessoas, ou seja, uma fragrância do jardim eterno.

O que diz a palavra de Baha’u’llah:

“...Antes, pois, que o rouxinol do paraíso místico se recolha para o jardim de Deus, e os raios da manhã celestial voltem ao Sol da Verdade, faze um esforço para que, nesse monte de pó que é o mundo mortal, possas aspirar, quiçá, uma fragrância do jardim eterno...”

Uma das tecnologias que já está praticamente pronta é a identificação biométrica por voz, pois ninguém poderá comprar ou vender sem falar o nome de Baha’u’llah com a sua respectiva tradução local. No caso do Brasil a ordem para comprar chama-se “ A glória de deus.”

Para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome. (Apocalipse 13 : 17)

É nos outros vales (Busca, Amor e Conhecimento) que a maior parte da sociedade deve permanecer para serem obedientes e fiéis o governo mundial.

A ONU E O GOVERNO MUNDIAL





Você está preparado para enfrentar a Nova Ordem Mundial? A Ordem Mundial Illuminati e a Ordem Mundial de Baha’u’llah estão implantando gradualmente os seus respectivos planos de governo na sociedade. Acompanhe o progresso de cada uma através das notícias do dia a dia sem a manipulação da mídia e como discernir esses dois sistemas de governo.

Governo mundial: realidade ou mito?




O Governo Mundial não é uma ameaça: é uma realidade; já está instalado e em pleno funcionamento. O que ocorre é que quem está submerso no processo não percebe, tal como Maria Antonieta que, ao mandar o povo comer brioches já estava quase sem cabeça e não sabia de nada! Quem tem autoridade moral – e logo, logo, militar – sobre todo o mundo hoje em dia? Quem dita as normas de conduta ética? Quem tem o poder de guerra e de paz? Não é a Organização das Nações Unidas?





Estamos acostumados a tomar como certo tudo que a ONU diz e determina. Suas estatísticas são incontestáveis. Suas recomendações são ordens. Tudo que de lá vem é bom, por princípio! Pois não é lá que se defende a paz e a harmonia entre os homens? Uma espécie de deus de uma religião pagã? Seus funcionários se metem em tudo através das diversas ‘agências’ – sofisma que será empregado até poderem usar o nome verdadeiro: Ministérios Mundiais! A burocracia já atingiu níveis nunca alcançados em nenhum outro lugar, nem mesmo na URSS. Recomendo darem uma olhada em http://www.unsystem.org/ para verificarem o grau com que estamos aprisionados à ela. São mais de 130 agências, comissões, sub-comissões, delegacias, inspetorias, etc., das quais conhecemos uma parte ínfima mas pelas quais já se pode perceber o tremendo poder de que dispõem.

É a UNESCO que determina os currículos do mundo inteiro. É a OMS que diz o que podemos comer, como devemos cuidar de nosso corpo e mente, que medidas sanitárias devemos usar. A OMC determina como deve ser o comércio mundial. A AIEA determina quem pode ter armas nucleares. A UNICEF estabelece as categorias nas quais temos que cuidar de nossos filhos, quantos devemos ter. A FAO distribui os plantios agrícolas. O complexo bancário FMI/BANCO MUNDIAL/BID decide quais países serão economicamente viáveis, quais devem falir (como fizeram com a Argentina após a Guerra das Malvinas/Falklands, no que Estulin está absolutamente correto). São tantas as ‘agências/ministérios’ que nem sei quem determina a falácia chamada IDH – Índice de Desenvolvimento Humano.

Da mesma forma que a campanha contra o fumo foi um teste bem sucedido, como denuncia Estulin, para medir o grau de sujeição hipnótica da população mundial, a campanha do desarmamento também o é. A absurda aversão ao cigarro e aos fumantes prova que uma propaganda subliminar bem feita é capaz de converter facilmente milhões em robôs ou cães de Pavlov: toca a campainha os cães salivam, acenda um cigarro e os robôs se enchem de indignação! Ninguém se espante se algum dia a OMS disser que andar de quatro faz bem para a coluna, aumente exponencialmente o número de quadrúpedes na Terra, todos alegrinhos com as ‘melhoras’ obtidas.

A mesma coisa se esperava da campanha pelo desarmamento. Como tudo na ONU passa necessariamente pelo Conselho de Segurança, como é que alguém pode acreditar que o desarmamento interessa à ONU se os cinco Membros Permanentes, com direito de veto, são os cinco maiores produtores e exportadores de armas do mundo? Ingenuidade tem limite, a partir do qual é burrice! A prevista oposição dos EUA permite aos demais votarem tranqüilos contra seus próprios interesses econômicos pois sabem que a culpa recairá, como sempre nos malvados EUA fazedores de guerra. Mas os EUA não são inocentes! O que impede seu governo de votar a favor e fingir-se de bonzinho é algo que tem mais de 200 anos: a Segunda Emenda à Constituição – e é dificílimo emendar a Constituição – e o poderoso lobby da NRA, National Rifle Association. A campanha anti-fumo começou pelos EUA, povo extremamente preocupado com a saúde; a do desarmamento pelo Brasil, possivelmente por ser considerado um povo atrasado, governado por paus mandados da ONU e fácil de convencer. Mas não contavam com o fato de que há vida inteligente por aqui capaz de organizar uma eficiente campanha para se descolar da pecha de defensores das armas em si, e se mostrar defensores do direito do cidadão à sua defesa e de sua família. A organização Pela Legítima Defesa, a APADDI-ASSOCIAÇÃO PAULISTA DE DEFESA DOS DIREITOS E DAS LIBERDADES INDIVIDUAIS, e a ONG Viva Brasil conseguiram reverter uma derrota certa em acachapante vitória.

A MISTIFICAÇÃO HIPNÓTICA

Criada dos escombros de uma das mais sangrentas guerras da história humana por uma população exausta ansiando por paz após seis anos de matanças, a ONU teve as condições propícias para já nascer hipnótica: as pessoas queriam se convencer de que a paz eterna é possível se criado um mecanismo internacional de diálogo entre as nações. Aí fica fácil iludir todo mundo, pois esta é a única condição sine qua non para o hipnotismo: o paciente desejá-lo. Mesmo seu inspirador não tendo as qualificações adequadas para defensor da paz: Josef Stalin, o segundo maior carniceiro da história só perdendo para seu dileto discípulo Mao Zedong. A organização já nasceu fruto da mentira pois um dos países fundadores, a URSS, jamais pretendeu respeitar a Declaração dos Direitos do Homem que cinicamente aprovava. Com o nascimento da ONU nascia simultaneamente a assimetria entre o tratamento dado às Nações: enquanto as democracias passaram a ser cobradas permanentemente pelo respeito aos direitos humanos, as ditaduras comunistas defendiam para si o hipócrita ‘princípio da autodeterminação dos povos e da não interferência em assuntos internos’. Hoje o Islã faz exatamente a mesma coisa!

É impressionante como pessoas que se dizem céticas, não acreditam, p.ex., em pesquisas eleitorais que em algum tempo se encontrarão com a realidade dos votos e serão desmascaradas se erradas, ao mesmo tempo têm uma fé cega nas estatísticas da ONU e tudo que vem de lá. Quem checa as estatísticas da ONU? Quem pode refutá-las e desmascará-las? Isto é impossível – seria necessário uma organização de igual tamanho. Acredita-se na autenticidade delas por quê? Fé? Dados que não podem ser refutados podem ser fraudados no sentido de atingir seus fins de dominação mundial.

Não é sem base que desconfio pois existe um sem-número de falsidades envolvendo esta organização, além das já apontadas. A começar pelo seu objetivo: supostamente, a paz. Seu belo símbolo – um globo terrestre branco sobre fundo azul celeste – convida à paz e à tranqüilidade. Mas a pomba branca da paz mais ainda e poucos sabem que foi encomendada por Stalin a Picasso, que além de oportunista era comunista – para hipnotizar o Ocidente com suas intenções ‘pacíficas’ e espalhar a crença de que os países comunistas, onde se matava oficialmente por qualquer vintém, eram os ‘povos amantes da paz’ em oposição aos países capitalistas, cruéis fazedores de guerras.

A ONU não quer a paz, é pura lorota! Quer é a guerra; quanto mais guerra mais justifica sua necessidade e mais se apresenta como a única solução. Se acabarem-se as guerras, acaba a ONU! Alguém acredita que interessa aos médicos acabar com todas as doenças e ficar desempregados? Ou que interessa aos advogados fazerem leis simples que todos entendam e possam se defender sozinhos? Claro que não, mas a grande maioria acredita que a ONU quer a paz – e sua conseqüente auto-extinção! Para não ir muito longe leio aqui mesmo no Mídia Sem Máscara um artigo de Caroline Glick em que ela diz que o Hezbollah e seus aliados ganharam o último round do conflito com Israel. Pode até ser que no plano tático sim, mas no plano estratégico de longo prazo só a ONU saiu ganhando com o aumento dos efetivos da UNIFIL para supervisionar o re-armamento do Hezbollah, novos foguetes sobre Israel, nova reação ‘desproporcional’, novo cessar-fogo, nova Resolução e mais capacetes azuis! Perdem Israel, Hezbollah, Líbano, Síria e Irã.

Para os donos do mundo que usam a ONU como instrumento não interessa a mínima ganhos táticos nem se importam com número de mortos, feridos, crianças, velhos; só interessa a estratégia de longo prazo de domínio mundial.Perde principalmente os EUA, a única potência que poderia enfrentar a ONU simplesmente se retirando, parando de subsidiá-la e a expulsando das margens do East River! Quando Bush atacou o Iraque contrariando as decisões do Conselho de Segurança, deu o primeiro passo do que acreditei seria a desmoralização total da ONU. Mas não prosseguiu, apesar de ter nomeado John Bolton como Embaixador, que é um dos poucos que sabe realmente o que é a ONU. É a última esperança.

(*) Heitor De Paola
O autor é escritor e comentarista político, membro da International Psychoanalytical Association e ex-Clinical Consultant, Boyer House Foundation, Berkeley, Califórnia, Membro do Board of Directors da Drug Watch International, e Diretor Cultural do Farol da Democracia Representativa (www.faroldademocracia.org) . Possui trabalhos nas áreas de psicanálise e comentários políticos publicados no Brasil e exterior. E é ex-militante da organização comunista clandestina, Ação Popular (AP).

Referência:

www.midiasemmascara.com.br

http://www.midiasemmascara.org/

Obs. O Artigo acima e outros do mesmo site foram covardemente retirados por dizerem a verdade.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Louvando Com o Sax






Baixar cd: Graça e Paz - Louvando Com o Sax

Músicas

01 Alvo Mais Que A Neve
02 O Senhor da Ceifa Chama
03 Jesus Cristo Mudou Meu Viver
04 Tu és fiel
05 Quão Grande és Tu
06 Vem Cear
07 Conversão
08 Sobre As Ondas Do Mar
09 A Mensagem Da Cruz


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Sarah Farias - Eu Faço Parte dos 7 Mil(2010)







A cantora Sarah Farias é uma das grandes revelações da música evangélica em Alagoas e tem reunido multidões em praças públicas e outros locais em que louva a Deus com um repertório no estilo pop cheio de poderes espirituais e de transformação; músicas que transmitem mensagens que tocam fundo a alma de adolescentes, jovens e adultos.

Músicas

01. A Promessa é de Paz (introdução de “The Time Has Come” [Hillsong United])
02. Faz Chover
03. Chegou o Tempo de Cantar
04. Manassés, O Senhor Me Fez Esquecer
05. Eu Não Vou Morrer no Monte
06. Eu Faço Parte dos 7 Mil
07. De Joelhos
08. Se Perecer, Pereci
09. Vaso Pra Honra
10. Avança!
11. Sou Livre
12. Eu Me Arrependo (Faixa Bônus)
13. Palavra e Oração

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Ministério Unção Ágape - Nas Águas do Espírito



Descricao:
01 O meu amado Me ungiu.mp3
02 Damos glórias.mp3
03 Eu te adorarei.mp3
04 Nas águas do Espírito.mp3
05 Muito mais que vencedores.mp3
06 Restaura-me.mp3
07 Aperte o cerco.mp3
08 Sou gadita.mp3
09 Profetiza.mp3
10 Em comunhão.mp3
11 Jesus, o Messias.mp3
12 Porção dobrada.mp3
13 Lugar de excelência.mp3
14 Dias de abundância.mp3

quinta-feira, 1 de julho de 2010

John Piper - Por que eu abomino o evangelho da prosperidade?

As Testemunhas de Jeová Refutadas Versículo Por Versículo





Este livro foi escrito por um ex-ancião (equivalente a pastor ou padre) convertido ao verdadeiro cristianismo. O autor verificou nas Escrituras a inconsistência das doutrinas da Torre de Vigia e resolveu publicar este livro de respostas rápidas as heresias das testemunhas de Jeová, usando seus versículos favoritos. É um livro voltado tanto para cristãos interessados em falar de Cristo às testemunhas, bem como as próprias testemunhas de Jeová interessadas em confrontar sua fé com os ensinamentos da Bíblia.



Sinais Do Fim? O Vaticano apresentou a terceira encíclica de Bento XVI





O Vaticano apresentou a terceira encíclica de Bento XVI. Na encíclica "Caritas in veritate"(caridade na verdade) o papa faz uma revelação apocalíptica.

Segundo este documento, o papa Bento XVI apresenta propostas para que o mundo se transforme em um lugar de paz e segurança.

Para quem tem, ainda que seja, um pequeno conhecimento bíblico, é de arrepiar quando se fica sabendo das propostas do pontífice. Suas propostas são de colocar o mundo nas mãos do "anti-Cristo". Pois segundo o documento, o papa Bento XVI diz:''Urge uma verdadeira autoridade política mundial que se atenha de maneira coerente aos princípios de subsídios e de solidariedade".

O documento também trata do tema meio ambiente, e de temas sociais. A carta foi dirigida para os bispos e fiéis católicos do mundo todo, e ainda fala da caridade ser a força propulsora para o desenvolvimento de cada pessoa e da humanidade toda.

Mas o mais intrigante, é que para Bento XVI, a única alternativa para que o mundo encontre o amor e a paz, passa por um líder político mundial.

Globalização, Euro, o mundo se fechando em blocos, agora já está escancarada a idéia de um grande líder mundial.

O mais impressinante de tudo isso, é que o próprio Jesus disse:"Passarão os céus e a terra, mas as minhas palavras não hão de passar".

Agora eu me pergunto: "Onde estão aqueles que querem confrontar a Bíblia como sendo um livro humano e não inspirado?"

O livro do profeta Daniel dá as características do tal líder mundial. Daniel 11.35-39 diz: "E alguns dos sábios cairão para serem provados, e purificados, e embranquecidos, até no tempo determinado. E esse rei fará conforme a sua vontade, e se, levantará, e se engrandecerá sobre todo deus; e contra o Deus dos deuses falará coisas incríveis e será próspero, até que a ira se complete; porque aquilo que está determinado será feito. E não terá respeito aos deuses de seus pais, nem terá respeito ao amor das mulheres, nem a qualquer deus, pois sobre tudo se engrandecerá. Mas aos deuses das fortalezas honrará em seu lugar; e a um deus a quem seus pais não conheceram honrará com ouro, e com prata, e com pedras preciosas, e com coisas agradáveis. E haver-se-á com os castelos fortes com o auxílio do deus estranho; aos que o reconhecerem multiplicará a honra, e os fará reinar sobre muitos, e repartirá a terra por preço".

É de impressionar com que exatidão em que as coisas estão acontecendo, e as escrituras se cumprindo.

Não há dúvidas, Cristo é a verdade, sua palavra é a verdade.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

A Eficácia dos Evangelhos (Mateus, Marcos, Lucas e João) por Levi Domingos Pelegrini


" (Apocalipse 4:7) - E o primeiro animal era semelhante a um leão, e o segundo animal semelhante a um bezerro, e tinha o terceiro animal o rosto como de homem, e o quarto animal era semelhante a uma águia voando.”
Qual seria a relação do versículo acima citado com os quatro Evangelhos? Poderia haver uma simbologia que fizesse uma ligação entre os quatro animais do apocalipse com a figura santa do Senhor Jesus Cristo?
Vamos pensar um pouco acerca dos quatro evangelhos de encontramos na Bíblia Sagrada:
Livros semelhantes por falarem do mesmo tema.
Distintos por trazerem visões diferentes.
Individualmente completos, mas que se encaixam entre si como uma só obra completa.
Mateus, um cobrador de impostos, empregado da corte real, falando de Jesus como o verdadeiro Rei, o Leão da tribo de Judá.
“(Mateus 19:28) - E Jesus disse-lhes: Em verdade vos digo que vós, que me seguistes, quando, na regeneração, o Filho do homem se assentar no trono da sua glória, também vos assentareis sobre doze tronos, para julgar as doze tribos de Israel.”
No livro de Mateus Jesus é o símbolo do leão (Majestade).

Marcos, o filho de uma mulher rica e de posição em Jerusalém, optou por auxiliar os apóstolos no objetivo de pregar o evangelho, sendo assim um servo, e foi sobre isso que escreveu acerca de Jesus, relatou Jesus como o servo de Deus, aquele que veio para servir e não ser servido.
“(Marcos 10:45) - Porque o Filho do homem também não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate de muitos.”
No livro de Marcos Jesus como servo é símbolo do bezerro (força e lealdade).

Lucas, bom médico e acostumado a resolver os problemas de saúde do povo, ao ver os milagres miraculosos do mestre apresenta-o como Filho do Homem, aquele que se despiu da glória para ser humano como nós, um mortal.
“(Lucas 9:56) - Porque o Filho do homem não veio para destruir as almas dos homens, mas para salvá-las.”
“(Lucas 9:58) - E disse-lhe Jesus: As raposas têm covis, e as aves do céu, ninhos, mas o Filho do homem não tem onde reclinar a cabeça.”
No livro de Lucas Jesus simboliza o próprio homem (trazendo salvação a todos os demais seres humanos).

João, o filho de Zebedeu, um pescador junto com seus filhos possuía servos e era cheio de posses, portanto teve uma visão de Jesus, o Filho de Deus, aquele que tira o pecado do mundo.
“(João 6:69) - E nós temos crido e conhecido que tu és o Cristo, o Filho do Deus vivente.”
“(João 11:27) - Disse-lhe ela: Sim, Senhor, creio que tu és o Cristo, o Filho de Deus, que havia de vir ao mundo.”
No livro de João Jesus simboliza a águia (voa alto, visão diferenciada, o verdadeiro Filho de Deus).
Os evangelhos contemplam as mais diferentes situações da vida humana, tudo foi divinamente inspirado para que nenhuma situação ficasse de fora, nada escapa ao poder englobalizador de Jesus Cristo, e isso podemos encontrar descortinando os mistérios dos evangelhos.
Nosso objetivo nessa coluna é exatamente este, apresentar ao internauta Jesus Cristo um ser completo sobre o qual todos nós podemos recorrer em quaisquer que sejam os momentos da nossa vida.

Evangelista Levi Domingos Pelegrini
Bacharel em Teologia IBAD/SP e FLT/SC
Diretor da Escola Teológica - E.T.I.
Professor de Teologia
Vice-Presidente da Igreja Evangélica Assembléia de Deus de Itapoá-SC.
Escritor de livros para cursos teológicos: (Área de teologia Sistemática e Pentecostalismo)
ETESP – Escola Teológica do Sudoeste do Paraná – Pato Branco – PR.
E.T.I. - Escola Teológica Interdenominacional – Itapoá – SC.
FAEST – Formação Avançada em Estudos de Teologia – Mafra - SC.

terça-feira, 29 de junho de 2010

A vida secreta de Ratzinger- A Verdadeira biografia do Papa Bento XVI


A vida secreta de Ratzinger
A verdadeira biografia do Papa Bento XVI (Parte I)


Eleito Papa após a morte de João Paulo II (2005), Joseph Ratzinger está em meio a uma crise que promete abalar as estruturas da Igreja. Ratzinger nasceu em Marktl am Inn, uma pequena vila na Baviaria (Alemanha). Criado em um ambiente antissocialista, Ratzinger iniciou sua "carreira" no catolicismo em 29 de junho de 1951, quando ele e seu irmão Georg Ratzinger foram ordenados sacerdotes pelo cardeal Faulhber de Munique. Em 25 de março de 1977 ascendeu ao cargo de Arcebispo de Munique e Freising. Apenas três meses depois (no dia 27 de junho) é ordenado Cardeal do consistório, data essa em que recebeu o título presbiteral de "Santa Maria da Consolação no Tiburtino". Foi a partir dessa data que Ratzinger angariou novos cargos e prestígios na cúria romana, como apresentamos a seguir.
Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé (antiga Suprema e Sacra Congregação do Santo Ofício). Segundo o artigo 48 da Constituição Apostólica, promulgada pelo Papa João Paulo II, em 28 de junho de 1988, uma das atribuições da entidade era "defender e difundir a doutrina católica no mundo".
Cardeal-bispo da Sé Episcopal de Velettri-Segni (1993);
Decano do colégio Cardinalício (2002);
Papa (2005)
Envolvimento com a juventude Hitlerista

Apesar de suas declarações em contrário, Ratzinger participou da Juventude Hitlerista e lutou lado a lado com seu irmão na defesa do Terceiro Reich. Detalhes de seu envolvimento com a agremiação paramilitar nazista pode ser vista em sua autobiografia: "Marco, Memórias: 1927 - 1977". De fato, o atual Papa Bento XVI aos dezesseis anos de idade foi convocado para proteger uma fábrica da BMW nos arredores de Munique e depois foi deslocado para a fronteira da Áustria com a Hungria para construir armadilhas contra tanques, local onde permaneceu por dois anos.






Criada em 1922, a Juventude Hitlerista se apresentava como uma organização paramilitar do partido nazista. Segundo um verbete da Wikipédia, a Hitlerjugend (Juventude Hitlerista ou Juventude Hitleriana) visava treinar adolescentes alemães de 6 a 18 anos, de ambos os sexos, para servirem aos interesses do Nazismo. Esses grupos de indivíduos, doutrinados pelo Estado, existiu entre 1922 e 1945. Em 1936, Hitler unificou as organizações de jovens e anunciou que todos os jovens alemães deveriam se alistar nos Jungvolk (Povo Jovem) aos 10 anos, quando poderiam ser treinados em atividades extracurriculares que incluíam a prática de esportes e acampamentos, além de uma doutrinação ao nazismo.

Diante das denúncias de que Ratzinger era simpático ao nazismo, os defensores do sumo pontíce alegam que ele simplesmente serviu ao exército nazista, e que jamais se filiou ao Nazi. No entanto, evidências mostram que tanto Ratzinger como o Papa Pio XII deram total apoio ao nazismo, emprestando-lhe ajuda e financiando suas tropas. Eles aparecem em fotos juntos em cerimônias com Hitler, o que reforça ainda mais a suspeita de que Ratzinger não era simplesmente um recruta que agia contra sua vontade, mas que possuía um vínculo muito próximo com a alta hierarquia do Nazismo. Mais importante ainda é dizer que antes mesmo de ser soldado, Ratzinger foi membro da Juventude Hitlerista. Ratzinger nutria já à época uma profunda admiração pela Juventude Hitlerista, seu modo de vida e expressão social.

Conivente

É essa a palavra que mais exemplifica o envolvimento da Igreja Católica com o nazismo. Ela foi conivente ao se submeter ao jugo de Hitler por motivos de sobrevivência, como fez na Itália em relação a Mussolini. Em troca do reconhecimento da Igreja, Mussolini doou 750 milhões de libras, além de uma área de quase meio quilômetro onde seria construído o Vaticano. Com Hitler não foi diferente. Embora não compartilhasse de muitas de suas idéias, o então Papa Pacelli comandou e supervisionou a concordata com os nazistas. Por intermédio do monsenhor Grober, conhecido como o “bispo nazista”, os termos da concordata foram assinadas em 20 de julho de 1933, data essa em que Hitler ascendeu ao poder na Alemanha.


Por quase 12 anos a Igreja Católica mostrou-se conivente para com o genocídio praticado pelas infames SS, quando seis milhões de judeus foram torturados e mortos em campos de concentração. Isso tem uma explicação óbvia: a Igreja nunca se importou com o povo judeu, sendo eles mesmos os inquisidores de muitos durante a História. O antissemitismo sempre foi uma constante nos bastidores de Roma. Não somente durante a Inquisição (especialmente na Espanha), a Igreja Católica perseguiu, torturou e sacrificou milhares de judeus em nome da “santa doutrina católica”. A lista de maus tratos é enorme, e pode ser lida por completo aqui.



O que aconteceu na Alemanha não era nenhuma novidade para a Igreja; a morte de seis milhões de judeus era apenas uma cifra a mais na lista das tantas praticadas por eles durante seis séculos de Inquisição e cruzadas. Há até quem suspeite que a ascensão de Hitler ao poder era, na verdade, parte de uma conspiração católica para impor seu domínio ao mundo, exterminar os judeus e os protestantes por definitivo. Os objetivos de Hitler – de estabelecer um “cristianismo positivo” e “eliminar as raças impuras” -, seria uma reencenação do que aconteceu na Espanha durante a Inquisição, quando mais de 50.000 judeus foram brutalmente assassinados pelas tropas católicas. O que motivou essa matança era o fato que os judeus representavam uma ameaça não só para a Igreja, mas também para toda a sociedade espanhola. Como em qualquer outra parte do mundo em que se esbelecem, os judeus gozavam de um considerável prestígio na sociedade espanhola da época. Foi a partir daí que surgiu a ideia de que o Judaísmo hereditário - ou “sangue mau” (“mala sangre”) -, era a raiz de todos os males que a sociedade espanhola atravessava. Nasceu então à obsessão pelo “sangue puro”, o estabelecimento de uma sociedade genuinamente espanhola e soberana. O mesmo aconteceria na Alemanha nazista de Hitler.

Mas onde se encaixa Ratzinger em meio a toda esta história? As evidências que pesam sobre ele são estonteantes, fazendo com que até mesmo a Igreja Católica da Alemanha lamentasse a sua eleição para Papa em 2005. Ele representa o que há de mais contraditório e perturbador na história dos papas. O seu envolvimento com a Juventude Hitlerista, assim como como aconteceu com inúmeros outros jovens alemães, se deu em um momento de grande euforismo e religiosidade. O cristianismo positivista apresentado nos discursos de Hitler despertou em muitos jovens da época um sentimento de nacionalidade, independência e fervor religioso jamais visto em toda a Europa. Ratzinger deixou os estudos e se juntou a agremiação por acreditar que Hitler poderia reavivar o catolicismo, dar-lhe novos rumos e estabelecer um novo significado. Foi assim que ele se embrenhou no submundo do Nazismo, defendendo com unhas e dentes o Terceiro Reich.

A religiosidade de Hitler, somada a ideologia da "raça pura" mais o extermínio em massa de judeus era a fórmula perfeita para a ascensão do catolicismo no mundo. Nada disso era novidade, nem mesmo para os que começavam a sua vida na ordem. Católico para alguns, ateu para outros, não havia figura mais enigmática do que Hitler. Ratzinger era um dos que o admiravam, não só por sua capacidade de discurso, mas também por sua "dedicação" ao catolicismo e a fé dos seus pais. A história da civilização perdida de Atlândida e a raça ariana teria sido um estratagema criado para desviar a atenção do mundo para o que realmente estava por trás de Hitler: as mãos invisíveis, porém sempre presentes de Roma.

Bento XVI desperta a indignação do povo judeu

Mesmo depois de ser eleito Papa (2005), Ratzinger jamais demonstrou qualquer sentimento de arrependimento por ter contribuído com a morte de milhares de judeus na Alemanha nazista. Sua postura ainda é a mesma de quando militava na Juventude Hitlerista. Os judeus ainda continuam na lista negra da Igreja, mesmo quando a liderança católica afirma querer comungar com eles. A morte de Jesus ainda é usada para ridicularizar e perseguir o povo judeu. Nada mudou. O que mudou foi a maneira de encarar a situação, o rótulo com o qual a Igreja se apresenta ao mundo.

Ratzinger sempre esteve por trás das grandes decisões da Igreja, mesmo quando ainda servia como Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé. O falso moralismo divulgado por ele nada mais é do que mais um estratagema desenvolvido pela Igreja para encobrir o seu passado sangrento.

Apesar de uma pequena minoria de judeus enxergarem em Bento XVI uma oportunidade de reconciliação, a maioria vê nele uma figura sombria e contraditória. São três os motivos pelos quais o colocam em uma situação delicada e ao mesmo tempo suspeita perante a comunidade internacional.


a) Frieza diante da participação dos alemães no Holocausto

Apesar de afirmar ser contra o antissemitismo, Ratzinger resiste em reconhecer a participação dos alemães no Holocausto. Nas duas vezes em que mencionou o massacre de judeus (a primeira quando de sua visita ao campo de concentração de Auschwitz, e a segunda no Museu do Holocausto em Jerusalém), o sumo pontífice se limitou apenas a fazer uma ligeira referência aos mortos, sem, porém, mencionar os culpados.


Ratzinger atribui o massacre dos judeus a "um grupo de criminosos que abusaram do povo alemão para se servir dele como instrumento de sua sede de destruição e dominação". Segundo a AFP, esta frase, na boca do Papa, de origem alemã, pareceu isentar seu povo e criou polêmica. Após a visita de Bento XVI ao museu do Holocausto, Lau, que acompanhou o pontífce, disse que o "discurso foi lindo, mas achou que perdeu uma grande oportunidade: não lembrou que os que cometerem esse massacre foram os alemães".


b) Beatificação de Pio XII


Ratzinger não somente se omite em mencionar a participação dos alemães no Holocausto, como também é o autor da proposta de beatificação de Pio XII. O anúncio foi feito em outubro de 2009, quando em uma celebração no Vaticano o Papa Bento XVI relembrou os 50 anos da morte de Pio XII e a sua "dedicação" em proteger a Igreja. Em 2009, Pacelli foi levado à condição de venerável (santo), abrindo caminho para sua canonização. No mesmo ano, após assistir ao pré-lançamento do filme "Sob o Céu de Roma", longa rodado para enaltecer a figura do Papa Pacelli (Pio XII), acusado de ter sido negligente diante do massacre de judeus, Ratzinger fez um discurso em defesa do seu amigo. No discurso, o sumo Pontífice chamou Pio XII de "mestre na fé" e afirmou que o seu silêncio salvou a cidade de Roma. Isso mostra, uma vez mais, que o que sempre pesou na balança Hitler-Vaticano, foi os interesses da Igreja. Mas e os seis milhões de judeus sacrificados? Foi um mal necessário, pois, segundo Ratzinger: os fins justificam os meios.


c) Proteção ao bispo que negou o Holocausto


A situação de Bento XVI se agravou ainda mais quando ele suspendeu a excomunhão do bispo inglês Richard Williamson. Acusado de ser negligente com o massacre de seis milhões de judeus na Alemanha nazista, Williamson chocou a comunidade internacional ao afirmar que o Holocausto nunca aconteceu. Em uma declaração a emissora sueca SVT em janeiro de 2009, Williamson afirmou que apenas entre 200 mil e 300 mil judeus morreram nos campos de concentração, e jamais em câmaras de gás. A declaração ocasionou protestos em todo o mundo, principalmente por parte das organizações judias.


O teólogo heterodoxo suiço Hans Kung pediu a renúncia do Papa Bento XVI após o escândalo. Kung foi proibido de ensinar teologia católica em 1980, porque passou a questionar o dogma da infabilidade papal. Em uma declaração ao jornal "Frankfurter Rundschau", Kung foi enfático ao comentar sobre as gafes do Papa Bento XVI.


"Primeiro, ele questionou se os protestantes formam uma Igreja. Depois, em seu infeliz discurso de Rosensburg, chamou os muçulmanos de desumanos. E agora ofende os judeus permitindo o retorno à Igreja de um negado do Holocausto".


Hans Kung lecionou teologia juntamente com Ratzinger na Universidade de Tubingen e, embora tenha permanecido na Igreja após ter sido expulso da Universidade, ele é hoje um dos principais críticos do papado e se dedica ao diálogo com outras religiões.


Bento XVI e a Nova Ordem Mundial


Que relação teria o Papa Bento XVI com a Nova Ordem Mundial? Há indícios convicentes de que Bento XVI é maçom ou, nas melhores das hipóteses, coopera com a Nova Era. A foto em que ele aparece fazendo o sinal do cornudo somente vem reforçar essa suspeita, já que outras figuras de destaque internacional, como Obama, Bush, Clinton e Hillary, também já foram pegos fazendo o mesmo sinal.



Bento XVI faz o sinal do cornudo em cerimônia no Vaticano






O sinal do Cornudo surgiu em Nápolis, na Itália, e era conhecido como "Mano Cornuto", cujo significado é "mão chifrada". Ele se popularizou somente na década de 70 quando o cantor Ronnie James Dio começou a usá-lo em suas apresentações. Atualmente a mão chifrada é usada pelos adeptos do satanismo como uma forma de reconhecimento ou adoração ao demônio. Ao fazer tal sinal, o Papa Bento XVI demonstrou claramente seu comprometimento com a Nova Era e o satanismo em suas múltiplas formas.

Por Johnny Torralbo (INPR Brasil)

O Jovem Cristão - Paul Washer

Paul Washer - Adoração Cristã

Paul Washer - Mulher Virtuosa

Não Brinque ! - Tim Conway

Jesus adverte os que buscam sinais e os falsos profetas

segunda-feira, 28 de junho de 2010

BIBLIA DAKE. Heresia no meio da igreja? (Parte 1)


BIBLIA DAKE



Água doce ou salgada? Tome e sinta a diferença!
por Pr. Antônio Mesquita



Somos do ponto de vista teológico resistente ao Liberalismo, de ideias progressistas que levam ao distanciamento das bases bíblicas e fortalecem o agnosticismo. A preocupação aumenta mais porque a História tem mostrado que as principais oposições à Palavra partem sempre de entre nós, dos de casa, pois os principais teólogos liberais e agnósticos são protestantes.

Resisti ao máximo para não tecer comentário sobre o assunto, que trata da edição da Bíblia de Estudo Dake, pela CPAD, por motivos fáceis de qualquer um compreender. Porém, dado à gravidade do fato, tendo em vista a época, o crescente Liberalismo e mais uma série de ismos, próprios do Final dos Tempos, não tive alternativa.

Na editora ouvi discussões sobre o assunto e ainda a manifestação de preocupação por pessoas do setor de edição, quando a publicação da citada Bíblia chegou a ser cogitada. O alerta dizia sobre as contradições expressas em seus comentários, notadamente heréticos. Embora tenha lados positivos, os negativos imperam e a torna imperfeita.

Relativismo


Por que a preocupação? Há riscos? Bem, é importante afirmar que a editora, após a publicação na internet das falhas na versão original, divulgou ter retirado tais agressões doutrinárias, da ´versão brasileira´. Portanto a nota autentica as afirmações divulgadas na web.

Por outro lado, existem os oportunistas para explorar a falha, mas isso não desmerece o fato em si, uma vez que se trata de arranhão à doutrina esboçada pelas Assembleias de Deus. Essa contradição teria sido suavizada se a editora tivesse, além da exclusão dos pontos heréticos, inserido na edição, nota de esclarecimento sobre os pontos controversos, pois a Bíblia diz que é “Bem-aventurado aquele que não se condena a si mesmo naquilo que aprova” (Rm 14.22).

A grande questão é que estamos diante da hercúlea ameaça do Relativismo. Tudo agora, ao homem natural, é relativo. E esse é o grande mal. Após o Iluminismo, a razão passou a ameaçar a fé e o Século das Luzes quis enfrentar o “Pai da Luzes, em quem não há mudança, nem sombra de variação” (Tg 1.17). Desde então, a Verdade Eterna passou a ser vista como Relativa e não Absoluta, como permanece, e o Deus exposto nos comentários da Bíblia de Dake é relativo, pois é apresentado como homem.

Depois que o Ocidente assumiu filosofias orientais, a partir de Bruce Lee, hoje se prega o equilíbrio de forças (energias) positivas e negativas, o bem e o mal. Ensinam que o homem viverá bem e alcançará o zênite, se conseguir o equilíbrio, sem precisar divorciar-se de um dos lados. É o que a Nova Era chama de convergência para a harmonia. Para chegar ao Bem, a pessoa precisa também aceitar o Mal. É ainda a doutrinação da esquerda, em busca de um mundo bom para todos, sem distinção de sexo, sexualidade, etnia, religião, classe social…

O enfrentamento dos Cambistas


Jesus jamais aceitou esse tipo de troca (permuta, barganha, câmbio), conforme lemos na questão dos cambistas no Templo. O que eles fizeram era realmente algo promissor, pois os judeus não precisariam mais carregar animais pelas estradas poeirentas rumo ao sacrifício no Templo, em Jerusalém. O câmbio no próprio Templo, entre moeda e animais para o sacrifício, mostrou-se avançado para a época e humanamente ´tremendo’. Porém, o que se via era um mercado sedutor, que rendia muito aos sacerdotes. Estes, de olho no lucro, faziam vistas grossas quanto às exigências divinas de pureza dos animais, que passaram a constituir simples produtos lucrativos, enquanto a exigência do Consumador do sacrifício fora negligenciada.

Nunca de uma mesma fonte jorra água doce e salgada (cf Tg 3.11-12). Este é um argumento que usamos para refutar a doutrina espírita. Segundo ela, um mesmo espírito pode ser bom e mau, pois todos são desconhecidos. Mas a base da vida cristã firma-se na pureza e, portanto, reprime a mistura. Israel sofreu muito no deserto por causa da mistura ocasionada pelo “populacho”, que seguiu com eles, desde o Egito.

Quando Satanás quis negociar com o Senhor chegou a usar a Bíblia (cf Lc 4.10), porém, o Senhor disse-lhe: Retro Satanás! Jamais Jesus quis conversa, construir comentários, trocar ideias, dividir espaço, procurar saber se porventura havia algo aproveitável etc… simplesmente estabeleceu: Para trás!

Diante de tais fatos é preciso deixar claro: Essa Bíblia tem heresias ou não? A confirmação deverá ser seguida da ética cristã, como na referência do livro Comentário Bíblico Pentecostal (CPAD), em que “a carta de Tiago foi reconhecida como um exemplo de ´paraenesis´ religiosa, isto é, de ensinamentos éticos arraigados – crenças e valores religiosos”.

Ainda segundo o livro, “O maior objetivo de Tiago era mudar o comportamento de seus leitores através da condenação das más obras (chamadas de ´pecados de comissão´ pelos teólogos mais recentes) e até a identificação da omissão de alguém quanto a realizar boas obras (4.17, mais tarde chamada de ´pecados de omissão´). Ele identifica a raiz do problema e considera esse comportamento como estando relacionado à ´sabedoria´… Faz um contraste entre a sabedoria que é ´terrena, animal e diabólica´ que leva a uma atividade pecaminosa, com a ´sabedoria que vem do alto´, que leva a um comportamento que lembra o que Paulo chama de ´fruto do espírito´… Se os crentes desejam conseguir viver de forma agradável a Deus, não só pelo que evitam fazer, mas também pelo realmente fazem, deverão ter essa sabedoria celestial ao invés de uma sabedoria terrena”.

Obras não canônicas


Temos ainda, dentro desse mesmo ponto de vista, as obras apócrifas (não canônicas) surgidas durante o período da Igreja Primitiva. Inúmeras delas continham boas informações, ensinos, mas eram contidas também de heresias. Este “pequeno tropeço” foi o bastante para que tais obras não fossem reconhecidas como inspiradas. Todas foram descartadas, proibidas e banidas do seio da Igreja. Esta foi a forma de preservar a Igreja de ensinos heréticos e de “pequenos” desvios, que hoje, possivelmente, seriam hercúleos.

Como editora de confissão religiosa, a CPAD deve submeter-se aos padrões da própria denominação. Ser vista como detentora de tal doutrina e portar-se como referência na oferta de produtos de ideário igual ou de semelhança assembleiana.

Raposinhas


Dentre os produtos que ressaltam tais referenciais figura o livro Cristianismo em Crise de Hank Hanegraaff, editado pela própria CPAD. O subtítulo do livro alerta: “Um câncer está devorando a Igreja de Cristo. Ele tem de ser extirpado”. No capítulo que trata sobre Bíblias, Hanegraaff chama a atenção para as Bíblias recheadas de heresias como a Tradução do Novo Mundo (New Word Translation, das Testemunhas de Jeová) e cita outras “de qualidade questionável, que não recomendamos, como… a Dake´s Annotated Reference Bible” (nome em inglês).

Hanegraaff diz ainda: “Talvez a pior coletânea de falsos ensinos seja a popular Dake´s Annotated Reference Bible. ´Deus… vai dum lugar para outro num corpo como o de todas as outras pessoas´, diz Dake. Ainda sobre Deus, Dake afirma que Ele é apenas um ´ser de tamanho ordinário. Ele usa roupas… como… descansa… habita numa mansão, numa cidade localizada num planeta material chamado Céu”.

Sobre Jesus “Logo na primeira página do Novo Testamento, Dake escreveu que Jesus `tornou-se o Cristo, ou seja, o Ungido, 30 anos depois de ter nascido de Maria`. Ora, qualquer pessoa que tenha cantado ou ouvido algum hino de Natal com fundamento bíblico está familiarizada com o trecho de Lucas 2.11, que diz: `Pois na cidade de Davi, vos nasceu hoje o Salvador, que é Cristo, o Senhor”.

De volta ao curso


Embora lamentável, sabemos que medidas satisfatórias serão tomadas para eliminar tal discrepância. Isso deve ocorrer a partir da análise do Conselho de Doutrina e do de Apologética, liderados, respectivamente, pelos nobres pastores Paulo Freire e Esequias Soares, convocados pelo presidente da CGADB, pastor José Wellington, para análise crítica da obra.

Cremos que não existiu a intenção deliberada de trilhar por caminhos “estranhos” à doutrina bíblica e solapar o crédito construído nestes 100 anos. Entretanto, não acredito que a simples reedição da obra, o que a editora faz agora, seria o suficiente para corrigir os erros tanto da Bíblia quanto da iniciativa de editá-la. Isto porque valores humanos, temporais, financeiros e de terceiros, influenciadores de forma indireta, jamais poderão exceder aos eternos, pois são infinitamente menores


Abaixo uma pequena lista dos gravíssimos desvios teológicos que contaminam a obra tão festejada pela Editora em questão:

“Temos muitos exemplos de Deus indo de lugares para lugares, como as outras pessoas” (nota Gênesis 11.5ª – p. 15);

“Aqui, se refere literalmente a uma luta física, provando que Deus tem um corpo e pode ser visto, sentido, segurado e tocado como um homem ou anjo” (nota Gênesis 32.24b – p. 44);

“Além das aparições anteriores, os profetas viram a Deus, sua forma, seu corpo (como o de um homem), seus cabelos, seus olhos, suas partes corporais, suas roupas, seu trono em forma de carruagem descido pelos querubins em visões” (nota 44 – p. 89);

“É óbvio que o próprio Deus fez uma viagem ao Egito para que seus próprios olhos vissem as verdadeiras condições, como fez em algumas outras ocasiões antes de agir nos assuntos dos homens na terra [...] Por essa razão Deus fez uma série de aparições pessoais na terra” (nota Êxodo 3.16b – p. 102);

“Aqui temos outra prova, dentre as centenas nas Escrituras, de que Deus tem um corpo físico com partes físicas como o homem” (nota Êxodo 24.10b – p. 133);

“Aprendemos com as Escrituras que até Deus e os anjos comem e bebem” (nota Êxodo 24.11c – p. 133);

“Deve ser considerado literalmente [...] Afirma-se claramente que a escrita foi feita pelo dedo de Deus e, uma vez que ele tem mãos e dedos, a afirmação deve ser entendida dessa forma” (nota Êxodo 31.18c – p. 145);

“O trono de Deus está no norte do universo” (nota em Levítico 1.11ª – p. 190);

“A habitação de Deus é o planeta céu” (nota Salmos 33.14ª – p.886). Obs: a palavra “planeta” foi amputada na edição em português);

“Nenhuma declaração nas Escrituras sugere que Deus conhece cada pequeno detalhe de cada ato e pensamento dos agentes da livre moral de toda a eternidade, mesmo antes de ele existir” (nota Deuteronômio 32.19b – p. 367);

“O corpo de Deus é como o de um homem, pois o homem foi criado à sua imagem e semelhança física [...]. Toda essa descrição refere-se a uma das carruagens literais de Deus, nas quais ele se move de um lugar a outro quando bem entende [...]. E Deus também tem muitas outras formas de se mover e ir de um lugar para outro fisicamente, como todos os outros seres existentes. Ele é onipresente, mas não está fisicamente em todos os lugares ao mesmo tempo” (nota Ezequiel 1.26b – p. 1309);

“[...] Deus não muda e não pode mudar seu plano e desígnio original eterno, mas pode mudar – e muda – algumas formas e meios para cumprir os planos” (nota Malaquias 3.6 “não mudo” – p. 1511);

“Deus e os anjos têm um corpo espiritual e, não obstante, eles são corpos reais, tangíveis e materializados” (nota I Coríntios 15.44ª – p. 1846);

Com todos estes absurdos presentes na obra em apreço, o marketing da editora (Confessional, lembrem-se), não deixou de exaltá-la como se a mesma fosse uma “Bíblia mais completa”. Como se a Palavra de Deus precisasse de complementos humanos (e neste caso heréticos), para se fazer ouvir.

Esses comentários são em si mesmos um veneno perigosíssimo no meio da Igreja, principalmente quando pode ser comprado em qualquer livraria por qualquer um, mesmo que não tenha este incauto nenhuma condição de compreender que esse tipo de heresia não só não é contemplada na Bíblia, como é abominada pela Igreja à qual sua editora é vinculada. A obra em apreço é pedra de tropeço e escândalo para a Igreja.

Como nos adverte o versículo citado no início deste artigo, Ai de quem fizer tropeçar um pequenino e esta obra medonha tem potencial venenoso para fazer tropeçar a muitos.
(Parte 2 )Extraído do Site da Igreja Ev. Assembléia de Deus de Porto Velho




No dia 21 de setembro de 2009, foi lançada a famosa bíblia dos teólogos da prosperidade. A bíblia de estudo DAKE. O que nos chama a atenção, é que que essa Bíblia com comentários e estudos heréticos foi lançada pela CPAD a Casa Publicadora das Assembléias de Deus no Brasil.

Todos comentam a tamanha incoerência dos gestores da nossa querida Editora a CPAD. Pois não podemos misturar o profano com o sagrado, não há comunhão entre luz e trevas, não podemos andar unidos a quem não está de acordo conosco.

No livro do Pr Hank Hanegraaff “Cristianismo em Crise” livro que foi também editado pela CPAD, ele alerta sobre essa Bíblia e denuncia seus estudos, seus comentários heréticos e profanos.


Veja algumas das heresias de Dake:

1) A Teoria da Gap

2) Os Gigantes eram crianças filhos de anjos com mulheres

3) As raças não devem se misturar

4) Raça de pessoas na era pré-adâmica na Terra

5) Os demônios não são anjos caídos

6) Deus Pai, o Filho e o Espírito Santo, todos têm os seus próprios corpos, almas e espíritos

7) Que os céus e os planetas são habitados

8) Que não só Jesus tem uma primeira e segunda vinda. Mas o Pai (Deus) também tem uma primeira e segunda vinda.

9) Que quando Jesus retornar ao Pai, estará vindo com Jesus ...(?)

10) O rei Davi será ressuscitado para a regra do Milênio. Jesus não vai ser o Rei de Israel ...

11) A Grande Tribulação não será para todo mundo.

12) A Igreja não é a Noiva de Cristo

13) Há uma diferença entre o Reino dos Céus e o Reino de Deus ...

14) Saul não foi o primeiro rei de Israel, Moisés é que foi ...

15) Satanás não entra em corpo de qualquer um ... (o que aconteceu com Judas?)

16) Há outros reinos em outros planetas

17) Esta Terra será renovada. A Nova Terra é uma Terra renovada.

18) Não há nenhuma filiação eterna de Jesus Cristo. Jesus já era eterno como a palavra. A filiação não era nada mais do que a humanidade de Jesus.

19) Satanás e seus anjos vão morar visivelmente com homens durante o período da Grande Tribulação.

20) O varão em Apocalipse não é Jesus, os 144.000 são judeus ressuscitados para ir morar no céu.

21) Houve um dilúvio de Noé pior do que era antes de Adão. Foi o dilúvio de Lúcifer, que destruiu a primeira criação. Assim, Deus em Gênesis 1:2 teve de recriar a Terra...

Isso são só algumas das heresias quem contem a Bíblia de estudo Dake veja mais aqui. Segundo comunicou o Pr Silas Daniel, que é Editor Chefe do Departamento de Jornalismo da CPAD, autor do livro "A Sedução das Novas Teologias" os erros doutrinários foram retirados. O que deixa ainda mais controverso essa polêmica da Bíblia Dake.

Alda Célia - Canções do Espírito 2009





Descricao:

01. Instrumental.mp3
02. Incendeia o Brasil.mp3
03. O Sopro De El Shaday.mp3
04. Unge-me.mp3
05. Espírito Santo, Tu És Bem-Vindo.mp3
06. Na Tua Presença.mp3
07. Ele Nos Ama ( How He Loves Us).mp3
08. Aroma da Adoração.mp3
09. Junto a Ti.mp3
10. Quando óleo Vem.mp3
11. Eu Me Rendo.mp3
12. Rei Da Glória, Vem!.mp3
13. Dias de Avivamento.mp3

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MEDIAFIRE

Michelle Nascimento - A Quem Enviarei 2010






Descricao:
01 SARA AS FERIDAS.mp3
02 ACREDITAR E CONFIAR.mp3
03 LOUVOR DE UM FIEL.mp3
04 A QUEM ENVIAREI.mp3
05 ME PERDOA.mp3
06 VIVA O MILAGRE DE DEUS.mp3
07 SÊ FIEL ATÉ O FIM.mp3
08 CANTO DE VITÓRIA.mp3
09 EU QUERO TOCAR.mp3
10 NUVEM DE UNÇÃO.mp3
11 ME PROSTRAREI.mp3

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MEDIAFIRE

Paulo César Baruk - Multiforme 2010






Descricao:
01 Jesus me ama (abertura). mp3
02 Filho de Deus.mp3
03 Glória.mp3
04 A minha força "Aleluia".mp3
05 O meu querer.mp3
06 Somente Deus.mp3
07 Reina.mp3
08 Deus está.mp3
09 Graça.mp3
10 Eu corro para ti.mp3
11 O nome de Jesus.mp3
12 Tua Presença.mp3
13 Flores em vida.mp3
14 Em nome da Justiça.mp3


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Geração de Conquistadores - Nada Me Faltará 2010






Descricao:

01 Com Maos Limpas.mp3
02 Aliança.mp3
03 Chamou-me conquistar pra.mp3
04 Nada me faltara.mp3
05 Deus Forte e Poderoso.mp3
06 Liberdade (Part David Quinlan).mp3
07 Eu sou TEU e tu es Meu.mp3
08 Te amando eu Don't cry.mp3
09 Em Tua Presença.mp3
10 Então, Por me amar.mp3

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Rachel Malafaia - Ao Deus Vivo 2010





Descricao:

01 Hino de Ezequiel.mp3
02 Encontra Em Mim.mp3
03 Tu és Bem Vindo.mp3
04 Desejo Maior.mp3
05 Poderoso.mp3
06 Te Amo Senhor.mp3
07 Meu Senhor Jesus Cristo.mp3
08 Só Jesus.mp3
09 A Ti Que Me amou Assim.mp3
10 Tudo Posso.mp3
11 Alfa E Ômega.mp3
12 Recomeçar.mp3
13 Ele Vai Comigo.mp3
14 Novo Dia.mp3
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Adoração e Adoradores - Até os Confins da Terra 2008




Descricao:

01 Tu És Bom.mp3
02 Pertenço a Ti.mp3
03 Até os Confins da Terra.mp3
04 Águas Vivas.mp3
05 Me Rendo a Ti.mp3
06 Enquanto Respirar.mp3
07 Tudo Que Sou.mp3
08 Em Tua Presença.mp3
09 Viver Pra Ti.mp3
10 O Teu Amor.mp3
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Que tipo de Jovem você está se tornando?


TORNANDO-SE UM JOVEM VENCEDOR



"Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus." Romanos 12:1 e 2

Você tem uma escolha a fazer. Ou você é um jovem vencedor, da melhor qualidade, ou é um jovem derrotado e mundano. Jovens mundanos buscam sempre em primeiro lugar sua satisfação pessoal; são salvos, mas são extremamente egoístas. Suas orações giram em torno do que Deus pode fazer por eles, querem usar Deus para os seus propósitos pessoais em vez de serem usados por Deus para os propósitos D'Ele. Os jovens vencedores em contrapartida sabem que foram criados para um propósito, para uma missão. Acordam de manhã na expectativa de Deus poder usá-los naquele dia. São jovens que contagiam as pessoas ao seu redor, com sua fé e confiança em Deus. Que tipo de jovem você quer ser?

Para se tornar um jovem vencedor é preciso mudar a mentalidade e atitudes. E tudo começa mudando a mentalidade egoísta pela mentalidade altruísta. Comece pedindo ao espírito Santo que o ajude a perceber as necessidades das pessoas ao seu redor, principalmente as necessidades espirituais. Faça o que tem que ser feito por elas, seja servo das pessoas como Cristo nos ensinou. Outra coisa, substitua o pensamento imediatista pelo pensamento com perspectiva eterna. Isso vai evitar que dê importância excessiva a questões pequenas e o ajudará a distinguir entre o urgente e o eterno. Não troque sua vida por coisas temporárias, mas invista sua vida em vidas, invista sua vida em cumprir os propósitos de Deus. Por último, pare de pensar em desculpas para não servir a Deus e comece a pensar em formas de cumprir o Seu propósito. Você nasceu para adorar, viver em comunhão, ser semelhante a Jesus, servir as pessoas e exercer o ministério da reconciliação.

Qual dessas desculpas você tem usado nestes dias para não cumprir a vontade de Deus? Jacó era inseguro, José foi maltratado, Moisés gaguejava, Gideão era pobre, Davi teve um monte de problemas familiares, Pedro era explosivo, Zaqueu era indesejado pelas pessoas, Tomé tinha dúvidas, Paulo tinha saúde fraca e Timóteo era tímido. Aí está uma variedade de pessoas cheia de imperfeições e desajustes, mas Deus usou cada um deles para cumprir o Seu propósito.

DO SENHOR PROCEDE NOSSOS FRUTOS


Por André Aliende

FESTA JUNINA E SUA ORIGEM

Introdução

Depois do Carnaval, o evento mais esperado do calendário brasileiro são as festas juninas,que animam todo o mês de junho com muita música caipira, quadrilhas, comidas e bebidas típicas em homenagem a três santos católicos: Santo Antônio, São João e São Pedro.

Naturalmente as festas juninas fazem parte das manifestações populares mais praticadas no Brasil.

Seria as festas juninas folclore ou religião? Até onde podemos distinguir entre ambos? Neste estudo não pretendemos atacar a religião católica, já que todos podem professar a religião que bem desejarem, o que também é um direito constitucional. mas tão somente confrontar tais práticas com o que diz a Bíblia.


Herança Portuguesa

A palavra folclore é formada dos termos ingleses folk (gente) e lore (sabedoria popular ou tradição) e significa “o conjunto das tradições, conhecimentos ou crenças populares expressas em provérbios, contos ou canções; ou estudo e conhecimento das tradições de um povo, expressas em suas lendas, crenças, canções e costumes.

Como é do conhecimento geral, fomos descobertos pelos portugueses, povo de crença reconhecidamente católica. Suas tradições religiosas foram por nós herdadas e facilmente se incorporaram em nossas terras, conservando seu aspecto folclórico. Sob essa base é que instituições educacionais promovem, em nome do ensino, as festividades juninas, expressão que carrega consigo muito mais do que uma simples relação entre a festa e o mês de sua realização.

Entretanto, convém salientar a coerente distancia existente as finalidades educacionais e as religiosas.

é bom lembrar também que nessa época as escolas, "em nome da cultura", incentivam tais festas por meio de trabalhos escolares, etc... A criança que não tem como se defender aceita, pois se sente na obrigação de respeitar a professora que lhe impõe estes trabalhos (sobre festa Junina), e em alguns casos é até mesmo ameaçada com notas baixas, porquê a professora, na maioria das vezes, é devota de algum santo, simpatizante ou praticante da religião Católica, que é a maior divulgadora desta festa. Neste momento quando se mistura folclore e religião, a criança -inocente por natureza - rapidamente se envolve com as músicas, brincadeiras, comidas e doces. Aliás, não existiria esta festa não fosse a religião. Inclusive existe a competição entre clubes, famílias ou grupos para realizarem a maior ou a melhor festa junina da rua, do bairro, da fazenda, sítio, etc...

Além disso, não podemos nos esquecer de que o teor de tais festas oscila de região para região do país, especialmente no norte e no nordeste, onde o misticismo católico é mais acentuado.

As mais tradicionais festas juninas do Brasil acontecem em Campina Grande (Paraíba) e Caruaru (Pernambuco).

O espaço onde se reúnem todos os festejos do período são chamado de arraial. Geralmente é decorado com bandeirinhas de papel colorido, balões e palha de coqueiro. Nos arraiás acontecem as quadrilhas, os forrós, leilões, bingos e os casamentos caipiras.


Uma Suposta Origem das Festividades

Para as crianças católicas, a explicação para tais festividades é tirada da Bíblia com acréscimos mitológicos. Os católicos descrevem o seguinte:

“Nossa Senhora e Santa Isabel eram muito amigas. Por esse motivo, costumavam visitar-se com freqüência, afinal de contas amigos de verdade costumam conversar bastante. Um dia, Santa Isabel foi à casa de Nossa Senhora para contar uma novidade: estava esperando um bebê ao qual daria o nome de João Batista. Ela estava muito feliz por isso! Mas naquele tempo, sem muitas opções de comunicação, Nossa Senhora queria saber de que forma seria informada sobre o nascimento do pequeno João Batista. Não havia correio, telefone, muito menos Intemet. Assim, Santa Isabel combinou que acenderia uma fogueira bem grande que pudesse ser vista à distância. Combinou com Nossa Senhora que mandaria erguer um grande mastro com uma boneca sobre ele. O tempo passou e, do jeitinho que combinaram, Santa Isabel fez. Lá de longe Nossa Senhora avistou o sinal de fumaça, logo depois viu a fogueira. Ela sorriu e compreendeu a mensagem. Foi visitar a amiga e a encontrou com um belo bebê nos braços, era dia 24 de junho. Começou, então, a ser festejado São João com mastro, fogueira e outras coisas bonitas, como foguetes, danças e muito mais!”.

Como podemos ver, a forma como é descrita a origem das festas juninas é extremamente pueril, justamente para que alcance as crianças.

As comemorações do dia de São João Batista, realizadas em 24 de junho, deram origem ao ciclo festivo conhecido como festas juninas. Cada dia do ano é dedicado a um dos santos canonizados pela Igreja Católica. Como o número de santos é maior do que o número de dias do ano, criou-se então o dia de “Todos os Santos”, comemorado em 1 de novembro. Mas alguns santos são mais reverenciados do que outros. Assim, no mês de junho são celebrados, ao lado de São João Batista, dois outros santos: Santo Antônio, cujas festividades acontecem no dia 13, e São Pedro, no dia 28.


Plágio do Paganismo

Na Europa antiga, bem antes do descobrimento do Brasil, já aconteciam festas populares durante o solstício de verão (ápice da estação), as quais marcavam o início da colheita. Dos dias 21 a 24, diversos povos , como celtas, bascos, egípcios e sumérios, faziam rituais de invocação da fertilidade para estimular o crescimento da vegetação, prover a fartura nas colheitas e trazer chuvas. Nelas, ofereciam-se comidas, bebidas e animais aos vários deuses em que o povo acreditava. As pessoas dançavam e faziam fogueiras para espantar os maus espíritos. Por exemplo: as cerimônias realizadas em Cumberland, na Escócia e na Irlanda, na véspera de São João, consistiam em oferecer bolos ao sol, e algumas vezes em passar crianças pela fumaça de fogueiras.

As origens dessa comemoração também remontam à antiguidade, quando se prestava culto à deusa Juno da mitologia romana. Os festejos em homenagem a essa deusa eram denominados “junônias”. Daí temos uma das procedências do atual nome “festas juninas”.

Tais celebrações coincidiam com as festas em que a Igreja Católica comemorava a data do nascimento de São João, um anunciado da vinda de Cristo. O catolicismo não conseguiu impedir sua realização. Por isso, as comemorações não foram extintas e, sim, adaptadas para o calendário cristão. Como o catolicismo ganhava cada vez mais adeptos, nesses festejos acabou se homenageando também São João. É por isso que no inicio as festas eram chamadas de Joaninas e os primeiros paises a comemorá-las foram França, Itália, Espanha e Portugal.

Os jesuítas portugueses trouxeram os festejos joaninos para o Brasil. As festas de Santo Antonio e de São Pedro só começaram a ser comemoradas mais tarde, mas como também aconteciam em junho passaram a ser chamadas de festas juninas. O curioso é que antes da chegada dos colonizadores, os índios realizavam festejos relacionados à agricultura no mesmo período. Os rituais tinham canto, dança e comida. Deve-se lembrar que a religião dos índios era o animismo politeísta (adoravam vários elementos da natureza como deuses).

As primeiras referências às festas de São João no Brasil datam de 1603 e foram registradas pelo frade Vicente do Salvador, que se referiu aos nativos que aqui estavam da seguinte forma: “os índios acudiam a todos os festejos dos portugueses com muita vontade, porque são muito amigos de novidade, como no dia de São João Batista, por causa das fogueiras e capelas”.


Sincretismo Religioso

Religiões de várias regiões do Brasil, principalmente na Bahia, aproveitam-se desse período de festas juninas para manifestar sua fé junto com as comemorações católica. O Candomblé, por exemplo, ao homenagear os orixás de de sua linha, mistura suas práticas com o ritual católico. Assim, durante o mês de junho, as festas romanas ganham um cunho profano com muito samba de roda e barracas padronizadas que servem bebidas e comidas variadas. Paralelamente as bandas de axé music se espalham pelas ruas das cidades baianas durante os festejos juninos.

Um fator fundamental na formação do sincretismo é que, de acordo com as tradições africanas, divindades conhecidas como orixás governavam determinadas partes do mundo. No catolicismo popular, os santos também tinham esse poder. “Iansã protege contra raios e relâmpagos e Santa Bárbara protege contra raios e tempestades. Como as duas trabalham com raios, houve o cruzamento. Cultuados nas duas mais populares religiões afro-brasileiros – a umbanda e o candomblé – cada orixá corresponde a um santo católico. Ocorrem variações regionais. Um exemplo é Oxóssi, que é sincretizado na Bahia com São Jorge mas no Rio de Janeiro representa São Sebastião. Lá, devido ao candomblé, o Santo Antônio das festas juninas é confundido com Ogun, santo guerreiro da cultura afro-brasileira.


Superstições


1- A Puxada do Mastro

Puxada do mastro é a cerimônia de levantamento do mastro de São João, com banda e foguetório. Além da bandeira de São João, o mastro pode ter as de Santo Antonio e São Pedro, muitas vezes com frutas, fitas de papel e flores penduradas. O ritual tem origem em cultos pagãos, comemorativos da fertilidade da terra, que eram realizados no solstício de verão, na Europa.

Acredita-se que se a bandeira vira para o lado da casa do anfitrião da festa no momento em que é içada, isto é sinal de boa sorte. O contrario indica desgraça. E caso aponte em direção a uma pessoa essa será abençoada.


2- As Fogueiras

Sobre as fogueiras há duas explicações para o seu uso. Os pagãos acreditavam que elas espantavam os maus espíritos. Já os católicos acreditavam que era sinal de bom presságio. Conta uma lenda católica que Isabel prima de Maria, na noite do nascimento de João Batista , ascendeu uma fogueira para avisar a novidade à prima Maria, mãe de Jesus. Por isso a tradição é acendê-las na hora da Ave Maria (às 18h).

Você sabia ainda que cada uma das três festas exige um arranjo, diferente de fogueira? Pois é, na de Santo Antonio, as lenhas são atreladas em formato quadrangular; na de São Pedro, são em formato triangular e na de São João possui formato arredondado semelhante à pirâmide.


3- Os Fogos de Artifício

Já os fogos dizem alguns, eram utilizados na celebração para “despertar” São João e chamá-lo para as comemorações de seu aniversário. Na verdade os cultos pirolátricos são de origem portuguesa. Antigamente em Portugal, acreditava-se que o estrondo de bombas e rojões tinha como finalidade espantar o diabo e seus demônios na noite de São João.


4- Os Balões

A saciedade “Amigos do Balão” nasceu em 1998 para defender a presença do ‘balão junino’ nessas festividades. O padre jesuíta Bartolomeu de Gusmão e o inventor Alberto Santos são figuras ilustres entre os brasileiros por soltarem balões por ocasião das festas juninas de suas épocas, portanto podemos dizer que eles foram os precursores dessa prática.

Hoje, como sabemos, as autoridades seculares recomendam os devotos a abster-se de soltar balões pelos incêndios que podem provocar ao caírem em urna floresta, refinaria de petróleo, casas ou fábricas. Essa brincadeira virou crime em 1965, segundo o artigo 26 do Código Florestal. Também está no artigo 28 da lei das Contravenções penais, de 1941. O infrator pode ir para a cadeia. Não obstante, essa prática vem resistindo às proibições das autoridades. Geralmente, os balões trazem inscrições de louvores aos santos de devoção dos fiéis, como por exemplo, “VIVA SÃO JOÃO!! !“, ou a outro santo qualquer comemorado nessas épocas.

Todos os cultos das festas juninas estão relacionados com a sorte. Por isso os devotos acreditam que ao soltar balão e ele subir sem nenhum problema, os desejos serão atendidos, caso contrário (se o balão não alcançar as alturas) é um sinal de azar.

A tradição também diz que os balões levam os pedidos dos homens até São João. Mas tudo isso não passa de crendices populares.


OS SANTOS

Santo Antônio

Alguns dizem que o nome verdadeiro desse santo não é Antônio, mas Fernando de Bulhões, segundo estes, ele nasceu em Portugal em 15 de agosto de 1195 e faleceu em 13 de junho de 1231.

Outros porém, afirmam que Fernando de Bulhões foi a cidade onde nasceu. Aos 24 anos, já na Escola Monástica de Santa Cruz de Coimbra, foi ordenado sacerdote.

Dizem que era famoso por conhecer a Bíblia de cor. Ao tomar conhecimento de que quatro missionários foram mortos pelos serracenos, decidiu mudar-se para Marrocos. Ao retomar para Portugal, a embarcação que o trazia desviou-se da rota por causa de uma tempestade, e ele foi parar na Itália. Lá, foi nomeado pregador da Ordem Geral.

Depois de um encontro com os discípulos de Francisco de Assis, entrou para a ordem dos franciscanos e foi rebatizado de Antônio. Viveu tratando dos enfermos e ajudando a encontrar coisas perdidas. Dedicava-se ainda em arranjar maridos para as moças solteiras. Sua devoção foi introduzida no Brasil pelos padres franciscanos, que fizeram erigir em Olinda (PE) a primeira igreja dedicada a ele. Faz parte da tradição que as moças casadouras recorram a Santo Antônio, na véspera do dia 13 de junho, formulando promessas em troca do desejado matrimônio. Esse fato acabou curiosamente transformando 12 de junho no “Dia dos Namorados”.

A fama de casamenteiro surgiu mesmo depois de sua morte, no século XIV. Diz a lenda que uma moça pobre pediu ajuda a Santo Antonio e conseguiu o dote que precisava para poder casar. A história se espalhou e hoje é o santo que homens e mulheres recorrem quando o objetivo é encontrar sua metade.

No dia 13, multidões se dirigirem às igrejas pelo pão de Santo Antônio. Dizem que é bom carregar o santo na algibeira para receber proteção.

Uma outra curiosidade é que a imagem deste santo sempre aparece com o menino Jesus no colo. Você sabe por quê? Existem duas versões para isso: uma, diz que o menino representa o quanto ele era adorado pelas crianças; a outra, que ele era um pregador tão brilhante que dava vida aos ensinos da Bíblia. O menino seria a personificação da palavra de Deus.

É bastante comum entre as devotas de Santo Antônio colocá-lo de cabeça para baixo no sereno amarrado em um esteio. Ou então jogá-lo no fundo do poço até que o pedido seja satisfeito. Depois cantam:

“Meu Santo Antônio querido,

Meu santo de carne e osso,

Se tu não me deres marido,

Não te tiro do poço”.

As festas antoninas são urbanas, caseiras, domésticas, porque Santo Antônio é o santo dos nichos e das barraquinhas.

Na A Tribuna de 14 de junho de 1997, página A8, lemos: “O dia de Santo Antônio, o santo casamenteiro, foi lembrado.., com diversas missas e a distribuição de 10 mil pãezinhos. Milhares de fiéis compareceram às igrejas para fazer pedidos, agradecer as graças realizadas e levar os pães, que, segundo dizem os fiéis, simbolizam a fé e garantem fartura à mesa”. Ainda para Santo Antônio, cantam seus admiradores:

“São João a vinte e quatro,

São Pedro a vinte e nove,

Santo Antônio a treze,

Por ser o santo mais nobre”.


São João

A Igreja Católica o consagrou santo. Segundo essa igreja, João Batista nasceu em 29 de agosto, em 31 A.D., na Palestina, e morreu degolado por Herodes Antipas, a pedido de sua enteada Salomé (Mt 14.1-12). A Bíblia, em Lucas 1.5-25, relata que o nascimento de João Batista foi um milagre, visto que seus pais, Zacarias e Isabel, na ocasião, já eram bastante idosos para que pudessem conceber filhos.

Em sua festa, São João é comemorado com fogos de artifício, tiros, balões coloridos e banhos coletivos pela madrugada. Os devotos também usam bandeirolas coloridas e dançam. Erguem uma grande fogueira e assam batata-doce, mandioca, cebola-do-reino, milho verde, aipim etc. Entoam louvores e mais louvores ao santo.

As festas juninas são comemoradas de uma forma rural, sempre ao ar livre, em pátios e/ou grandes terrenos previamente preparados para a ocasião.

João Batista, biblicamente falando, foi o precursor de Jesus e veio para anunciar a chegada do Messias. Sua mensagem era muito severa, conforme registrado em Mateus 3.1-11. Quando chamaram sua atenção para o fato de que os discípulos de Jesus estavam batizando mais do que ele, isso não lhe despertou sentimentos de inveja (Jo 4.1), pelo contrário, João Batista se alegrou com a notícia e declarou que não era digno de desatar a correia das sandálias daquele que haveria de vir, referindo-se ao Salvador (Lc 3.16).

Se em vida João Batista recusou qualquer tipo de homenagem ou adoração, será que agora está aceitando essas festividades em seu nome, esse tipo de adoração à sua pessoa? Certamente que não!


São Pedro

É atribuída a São Pedro a fundação da Igreja Católica, que o considera o “príncipe dos apóstolos” e o primeiro papa. Por esse motivo, os fiéis católicos tributam a esse santo honrarias dignas de um deus. Para esses devotos, São Pedro é o chaveiro do céu. E para que alguém possa entrar lá é necessário que São Pedro abra as portas.

Uma das crendices populares sobre São Pedro (e olha que são muitas!) diz que quando chove e troveja é por que ele está arrastando os móveis do céu. Pode!

Na ocasião, ocorrem procissões marítimas em sua homenagem com grande queima de fogos. Para os pesca-dores, o dia de São Pedro é sagrado. Tanto é que eles não saem ao mar para pescaria. É ainda considerado o santo protetor das viúvas.

A brincadeira de subir no pau-de-sebo (uma árvore de origem chinesa) é a que mais se destaca nas festividades comemorativas a São Pedro. O objetivo para quem participa é alcançar os presentes colocados no topo.

Os sentimentos do apóstolo Pedro, eram extremamente diferentes do que se apregoa hoje, no dia 29. De acordo com sua forma de agir e pensar, conforme mencionado na Bíblia, temos razões para crer que ele jamais aceitada os tributos que hoje são dedicados à sua pessoa.

Quando Pedro, sob a autoridade do nome de Jesus, curou o coxo que jazia à porta Formosa do templo de Jerusalém e teve a atenção do povo voltada para ele como se por sua virtude pessoal tivesse realizado o milagre não titubeou, mas declarou com muita segurança sua dependência do Deus vivo e não quis receber nenhuma homenagem (cf. Atos 3:12-16 ; 10:25,26).


Os Evangélicos e as Festas Juninas

Diante de tudo isso, perguntamos: “Teria algum problema os evangélicos acompanharem seus filhos em uma dessas festas juninas realizadas nas escolas, quando as crianças, vestidas a caráter (de caipirinha), dançam quadrilha e se fartam dos pratos oferecidos nessas ocasiões: cachorro-quente, pipoca, milho verde etc?”. É óbvio que nenhum crente participa dessas festas com o objetivo de praticar a idolatria, pois tal procedimento, por si só, é condenado por Deus!

Quanto à essa questão, tão polêmica, é oportuno mencionar o comportamento de certas igrejas evangélicas, com a alegação de estarem propagando o evangelho durante o Carnaval, dedicam-se a um tipo duvidoso de evangelização nessa época do ano. Fazem de tudo, inclusive usam blocos carnavalescos com nomes bíblicos. Não devemos nos esquecer, no entanto, de que as estratégias evangelísticas devem ocorrer o ano todo, e não apenas em determinadas ocasiões, O mesmo acaba acontecendo no período das festas juninas. Ultimamente, surgiram determinadas igrejas evangélicas que, a fim de levantar fundo para os necessitados e distribuir cestas básicas aos pobres, estão armando barracas junto com os católicos em locais em que as festas juninas são promovidas por órgãos públicos. Os produtos que vendem, diga-se de passagem, são característicos das festividades juninas. Os “cristãos” que ficam nas barracas vestem-se a caráter e pensam que, dessa forma, estão procedendo biblicamente.

E o que dizer das igrejas que promovem festas juninas em suas próprias dependências com a alegação de arrecadarem fundos? As festas juninas têm um caráter religioso que desagrada a Deus. Nestas festas ocorrem rezas, canções e missas; as comidas e doces são oferecidos a estes santos -claro que os que comem não são os santos, mas os que participam dela. Este procedimento de "oferecer comida aos santos" é muito parecido aos despachos espíritas nos cemitérios e encruzilhadas; talvez a diferença seja o local da "festa". Então, como separar o folclore da religião se ambas estão intrinsecamente ligadas? O povo de Israel abraçou os costumes das nações pagãs e foi criticado pelos profetas de Deus. A vida de Elias é um exemplo específico do que estamos falando. Ele desafiou o povo de Israel a escolher entre Jeová Deus e Baal. O profeta pôs o povo à prova: “Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o Senhor é Deus, segui-o, e se Baal, segui-o”(lRs 18.21). É claro que o contexto histórico do texto bíblico em pauta é outro, mas, como observadores e seguidores da Palavra de Deus, devemos tomar muito cuidado para não nos envolvermos com práticas herdadas do paganismo. Pois é muito arriscada a mistura de costumes religiosos, impróprios à luz da Bíblia, adotada por alguns evangélicos. É preciso que os líderes e pastores aprofundem a questão, analisem a realidade cultural do local em que desenvolvem certas ativida­des evangelísticas e ministério e orientem os membros de suas respectivas comunidades para que criem e ensinem os filhos nos preceitos recomendados pela Palavra de Deus. O simples fato de proibirem as crianças de participar dessas comemorações na escola em que estudam não resolve o problema, antes, acaba agravando a situação.


O que diz a Bíblia

Para muitos cristãos, pode parecer que a participação deles nessas festividades juninas não tenha nenhum mal, e que a Bíblia não se posiciona a respeito. O apóstolo Paulo, no entanto, declara em I Coríntios 10.11 que as coisas que nos foram escritas no passado nos foram escritas para advertência nossa. Vejamos o que ele disse: “Ora, tudo isto lhes sobreveio como figuras, e estão escritas para aviso nosso, para quem já são chegados os fins dos séculos”.

O que nos mostra a história do povo de Israel em sua caminhada do Egito para Canaã? Quando os israelitas acamparam junto ao Monte Sinai. Moisés subiu ao monte para receber a lei da parte de Deus. A demora de Moisés despertou no povo o desejo de promover uma festa a Deus. Arão foi consultado e, depois de concordar, ele próprio coletou os objetos de ouro e fabricou um bezerro com esse material, O texto bíblico diz o seguinte:

“Ele os tomou das suas mãos, e com um buril deu forma ao ouro, e dele fez um bezerro de fundição. Então eles disseram: São estes, ó Israel, os teus deuses, que te tiraram da terra do Egito. Arão, vendo isto, edificou um altar diante do bezerro e, apregoando, disse: Amanhã será festa ao Senhor” (Êx 32.4-5).

Qual foi o resultado dessa festa idólatra ao Senhor? Deus os puniu severamente: “Chegando ele ao arraial e vendo o bezerro e as danças. acendeu-se-lhe a ira, e arremessou das mãos as tábuas, e as quebrou ao pé do monte. Então tomou o bezerro que tinham feito, e o queimou no fogo, moendo-o até que se tomou em pó, e o espargiu sobre a água, e deu-o a beber aos filhos de Israel.

O teor religioso das festas juninas não passa de um ato idólatra quando se presta culto a Santo Antônio, São João e São Pedro.

Como crentes, devemos adorar somente a Deus: “Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás” (Mt 4.10). Assim, nossos lábios devem louvar tão-somente o Senhor Deus: “Portanto, ofereçamos sempre por meio dele a Deus sacrifício de louvor, que é o fruto dos lábios que confessam o seu nome” (Hb 13.15). O texto de Apocalipse 7.9 é um bom exemplo do que estamos falando: “Depois destas coisas olhei, e eis aqui uma multidão, a qual ninguém podia contar, de todas as nações, e tribos, e povos, e línguas, que estavam diante do trono, e perante o Cordeiro, trajando vestes brancas com palmas nas suas mãos. E clamavam com grande voz, dizendo: Salvação ao nosso Deus, que está assentado no trono, e ao Cordeiro”.

É possível imaginar um cristão cantando louvores a São João Batista? O cântico seria mais ou menos assim:

“Onde está o Batista?”.

Ele não está na igreja,

Anda de mastro em mastro,

A ver quem o festeja”.


Lembramos a atitude de Paulo e Barnabé diante de um ato de adoração que certos homens quiseram prestar a eles: “E as multidões, vendo o que Paulo fizera, levantaram a sua voz, dizendo em língua licaônica: Fizeram-se os deuses semelhantes aos homens, e desceram até nós. E chamavam Júpiter a Bamabé, e Mercúrio a Paulo; porque este era o que falava. E o sacerdote de Júpiter, cujo templo estava em frente da cidade, trazendo para a entrada da porta touros e grinaldas, queria com a multidão sacrificar-lhes. Porém, ouvindo isto os apóstolos Barnabé e Paulo, rasgaram as suas vestes, e saltaram para o meio da multidão, clamando, e dizendo: Senhores, por que fazeis essas coisas? Nós também somos homens como vós, Sujeitos às mesmas paixões, e vos anunciamos que vos convertais dessas vaidades ao Deus vivo, que fez o céu, a terra, o mar e tudo o que neles há” (At 14.11-15).


Os Santos não Podem Ajudar

Normalmente, as pessoas que participam das festas juninas querem tributar louvores a seus patronos como gratidão pelos benefícios recebidos. Admitem que foram atendidas por Santo Antônio, São João Batista e São Pedro. Crêem também que esses santos podem interceder por elas junto a Deus. Entretanto, os santos não podem fazer nada pelos vivos. Pedro e João, como servos de Deus obedientes que foram, estão no céu, conscientes da felicidade que lá os cercam (Lc 23.43; 2Co 5.6-8; Fp 1,21-23). Não estão ouvindo, de forma nenhuma, os pedidos das pessoas que os cultuam aqui na terra. O único intercessor eficaz junto a Deus é Jesus Cristo. Diz a Bíblia: “Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem” (um 2.5).

E mais:

“É Cristo quem morreu, ou antes quem ressuscitou dentre os monos, o qual está à direita de Deus, e também intercede por nós” (Rm 8.34).

“Meus filhinhos, estas coisas vos escrevo, para que não pequeis; e, se alguém pecar, ternos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo. E ele é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos. mas também pelos de todo o mundo” (lJo 2.1-2).

Foi o próprio Senhor Jesus quem nos disse que deveríamos orar ao Pai em seu nome para que pudéssemos alcançar respostas aos nossos pedidos: “E tudo quanto pedirdes em meu nome eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho. Se pedirdes alguma coisa em meu nome eu o farei”(Jo 14.13-14).

Quanto ao teor religioso das festas juninas, podemos declarar as palavras de Deus ditas por meio do profeta:

“Odeio, desprezo as vossas festas, e as vossas assembléias solenes não me exalarão bom cheiro” (Arn 5.21).

Como seguidores de Cristo, suplicamos, diante desta delicada exposição, que Deus nos conceda sabedoria para que consigamos proceder de uma maneira que o agrade em todas as circunstâncias, pois: “toda ação de nossa vida toca alguma corda que vibrará na eternidade” (E. H. Chapin).


Algo em Que se Pensar

O Brasil é um dos maiores paises agrícola do mundo. Até conhecemos aquela frase elogiando as terras brasileiras: nas quais, "... em se plantando tudo dá". No entanto (pasmem), o governo está importando (isto é, comprando) de outros países arroz, feijão, trigo, café, cacau etc. Era para estarmos exportando, vendendo, aumentando o capital, e não comprando, pois temos terras de excelente qualidade. Um dos problemas da falta de produção agrícola é a desvalorização do "homem do campo". Sabemos que existe um êxodo rural muito grande, 80% da população brasileira vive nas cidades e somente 20 % vivem no campo. Não estaria as festas juninas contribuindo para formar uma imagem negativa de nosso povo da zona rural? Não é exagerado o ponto de vista em que sugere que a imagem do homem do campo por vezes é humilhada nas festas juninas.

Veja: qual criança se espelharia no típico caipira das quadrilhas de festas juninas? Quais delas diria: "quando crescer quero ser um caipira, ou homem do campo, com as roupas remendadas"? As crianças querem ser médicos, professoras, atrizes, pois estes não são humilhados nas festas juninas. As Festas Juninas inconscientemente ou não, servem mais para humilhar as pessoas do campo do que para honrá-las como pretendem; o caipira, quando não é banguela, é desdentado, seu andar é torto, corcunda por causa da enxada, a botina é furada, suas roupas são rasgadas e remendadas, uma alusão ao espantalho, um pobre coitado! - pois talvez seja assim que os grandes latifundiários vêem o caipira, e essa visão é reproduzida por nossas crianças nas escolas. Poderia isto ser chamado de FOLCLORE e CULTURA?

A Bíblia diz categoricamente que "o que escarnece (humilha) do pobre insulta ao que o criou" (Pv. 17:5). Disso decorrem problemas urbanos graves como o favelamento e os menores abandonados, pois como os "caipiras" não conseguem sobreviver no campo, pensam que na cidade encontrarão trabalho. A esse processo dá-se o nome de "Êxodo Rural". E o nosso país agrícola é desmatado, onde só se planta pasto para boi gordo, e expulsa o homem do campo.


Motivos para não Participar de Festas Juninas

Diante de tudo o que foi dito acima daremos uma recapitulação expondo o "porquê" de não participarmos de festas juninas. Vejamos então:

Plágio do Paganismo - Como vimos, as bases das festas juninas estão fincadas nas práticas das festividades pagãs, onde os pagãos na mesma data ofereciam seus louvores e suas festas em honra daqueles deuses. Eram as festas pelas colheitas. As festas juninas usurpou isto dos gentios, com apenas o detalhe de transvestir tais festas com roupagem cristã. No entanto, quando Deus introduziu o povo de Israel na terra prometida adverti-os severamente para que não usassem esse tipo de costume, diz Ele: "Quando entrares na terra que o Senhor teu Deus te dá, não aprenderás a fazer conforme as abominações daqueles povos." [Deut. 18:9]. Independentemente das intenções, fossem elas boas ou não, o plágio fora terminantemente proibido por Deus.

Os Santos não Intercedem - É notório que estas festividades são para homenagear os três santos. Nestas datas as pessoas invocam sua proteção através de missas e fazem promessas e pedidos confiando em sua suposta intercessão. Não obstante, temos razões bíblicos em abundancia para rejeitarmos estas mediações que os devotos tanto acreditam. A Bíblia nos diz que existe um só mediador entre Deus e os homens: "Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem," [I Tm. 2:5]. Este verso exclui todos os demais mediadores forjados pela mente humana. Se temos que pedir alguma coisa a alguém, esse alguém tem de ser Jesus Cristo, veja o que Ele mesmo diz: "...e tudo quanto pedirdes em meu nome, eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho.Se me pedirdes alguma coisa em meu nome, eu a farei." [João 14:13,14]. Em toda a Bíblia não se encontra nenhum incentivo para fazermos nossos pedidos, promessas e votos a terceiros.

Os Santos não Escutam Orações - Um devoto junino acredita piamente que seus "santos" ouvem suas petições por ocasião destas festividades natalícias ou fora delas, mesmo sabendo que estas personagens já morreram há séculos! Mais uma vez a Bíblia rejeita este conceito por declarar a posição correta dos mortos em relação aos vivos: "Pois os vivos sabem que morrerão, mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco têm eles daí em diante recompensa; porque a sua memória ficou entregue ao esquecimento.
6 Tanto o seu amor como o seu ódio e a sua inveja já pereceram; nem têm eles daí em diante parte para sempre em coisa alguma do que se faz debaixo do sol." [Eclesiastes 9:5,6]. Veja que o verso nos diz que os que já morreram não sabem coisa nenhuma do que acontece aqui em nosso mundo, na terra (debaixo do sol). é claro que há consciência onde eles estão, mas aqui em nosso mundo eles não podem ajudar ou atrapalhar ninguém.

Invocação de Espíritos dos Mortos - Como já vimos, há uma crença em que o espírito de São João possa ser despertado por ocasião da soltura de foguetes, afim de vir participar daquela festividade em sua homenagem. Folclore ou não, isto reflete de modo perfeito a crença católica da invocação dos santos. é claro que se o santo já morreu, o que é invocado é o espírito dele, e isto bate de frente com a advertencia bíblica a respeito da consulta aos mortos. Vejamos: "Quando vos disserem: Consultai os que têm espíritos familiares e os feiticeiros, que chilreiam e murmuram, respondei: Acaso não consultará um povo a seu Deus? acaso a favor dos vivos consultará os mortos?" [Isaías 8:19]. E mais: "Não se achará no meio de ti nem encantador, nem quem consulte um espírito adivinhador, nem mágico, nem quem consulte os mortos; pois todo aquele que faz estas coisas é abominável ao Senhor, e é por causa destas abominações que o Senhor teu Deus os lança fora de diante de ti." [Deut. 18:9,-12]. No fundo a prática de invocar o espírito dos santos nada mais é do que uma prática espírita e como tal, é reprovada por Deus.

Outro Espírito Recebe em Lugar do Santo - Como ficou demonstrado biblicamente os espíritos dos santos não sabem de nada do que acontece em nosso mundo, portanto não podem interceder por ninguém. Já que eles são neutros nisso tudo, para quem vai então às honras e os louvores destas festividades afinal? O apostolo Paulo estava ensinando quase a mesma coisa aos cristãos de Corinto quando disse: "Antes digo que as coisas que eles sacrificam, sacrificam-nas a demônios, e não a Deus. E não quero que sejais participantes com os demônios." Um pouco antes, ele acabara de dizer que o ídolo nada é ( 8:4 ), ou seja, quando os gentios sacrificavam suas oferendas e suas festividades a tais deuses, eles na verdade estavam sacrificando aos demônios (que eram os únicos a receberem tais oferendas), pois o ídolo nada é. Não estaria acontecendo algo similar nas festas juninas? Quando um devoto oferece sua colheita, suas oferendas e festividades a tais santos que segundo a Bíblia, não pode interceder e saber o que está acontecendo, quem então as recebe? Ou então, quando o pedido é atendido, quem concede estas "graças" às pessoas nas festas juninas? De uma coisa temos certeza: dos santos é que não são!

Comidas e Imagens - Por último temos duas práticas rejeitadas pela Palavra de Deus. As comidas que são oferecidas nas festas juninas por vezes são benzidas e oferecidas ao santo que nada mais é do que um ídolo, pois a ele se fazem orações, carregam sua imagem em procissões, beijam-na, prostram-se diante dela etc. Como exemplo, temos o famoso pãozinho de Santo Antonio! Entretanto, a Bíblia diz: "Que vos abstenhais das coisas sacrificadas aos ídolos...não podeis participar da mesa do Senhor e da mesa de demônios." [Atos 15:29 ; I Co. 10:21]. Quanto às imagens dedicadas aos santos, elas são proibidas pela Bíblia nos seguintes termos: "Não farás para ti imagem esculpida, nem figura alguma do que há em cima no céu, nem embaixo na terra, nem nas águas debaixo da terra; não te encurvarás diante delas, nem as servirás;" [Deut. 5:8,9]. Estes são resumidamente alguns poucos motivos, para todo cristão genuíno não participar de tais festividades.


Conclusão

Pare e pense: como vimos, todas as práticas encontradas nas festas juninas são rejeitadas pela Palavra de Deus. Será que Deus se agradaria de tais festividades, quando sabemos que elas desobedecem explicitamente o que Ele ordenou em sua santa Palavra? Será que os católicos realmente estão honrando a Deus com isso? Pense novamente: Se Deus rejeitou as festas de Israel que eram dedicadas somente a Ele [Amós 5:21-23] , mas que haviam sido mescladas com elementos dos cultos pagãos dos países vizinhos, não rejeitaria com mais veemência ainda as ditas festas "cristã" dedicada aos santos?



Matéria compilada e adaptada pela equipe editorial do CACP.

Fontes de consultas:

Defesa da Fé - junho de 2002 nº45;

Jornal - Folha de Rio Preto, 22/06/2003;

Revista - Galileu Junho 2003 nº143;

Artigo do CACP - "As Maldições das Festas Juninas" - Pr. Afonso Martins;

Anotações particulares do Pb. Paulo Cristiano da Silva.







Este artigo é um trabalho compilado.